Como Fazer o Teste de Gravidez!Descubra Agora!

Como Fazer o Teste de Gravidez!

Como Fazer o Teste de Gravidez!O hormônio da gravidez pode ser medido por meio da urina no teste de gravidez caseiro que pode ser comprado na farmácia e utilizado a partir do primeiro dia de atraso menstrual.

Os primeiros sintomas da gravidez podem ser interpretados como incômodo pré-menstrual. O indício mais confiável é a ausência da menstruação (somente nas mulheres que têm o ciclo normal e regular). Esta ausência da menstruação é o que geralmente leva à realização dos testes de gravidez caseiros.

As provas da gravidez

O hormônio da gravidez pode ser medido por meio da urina mediante:

• Teste de gravidez caseiro que pode ser comprado na farmácia e usado a partir do primeiro dia de atraso menstrual.
• Exame de urina no laboratório que pode ser realizado do 7º ao 10º dia posterior a provável concepção. O exame é realizado por um profissional.

Se o teste caseiro der positivo (+) não há dúvidas sobre a gravidez, porque não há resultados falsos positivos. Pelo contrário, se é negativo (-) e o atraso menstrual continua, o exame deve ser repetido 5 dias depois, pois a quantidade de hormônio produzida pode ser inferior ao nível necessário para que se ative o reativo. Se ao final desse tempo o exame seguir dando negativo (-) pode ser que você não esteja grávida e que seu atraso seja devido à outras razões.

Com respeito ao exame de urina, é recomendado ligar ao laboratório com um dia de antecedência para perguntar se existe alguma indicação especial para realizar a análise.

Como Fazer o Teste de Gravidez!Os sinais da gravidez

O restante dos mal-estares da gravidez podem estar presentes a partir da quarta semana ou podem simplesmente não aparecer. O mais importante a se levar em conta são alguns sintomas que, caso ocorram, requerem uma consulta ao médico com urgência:

• Dor pélvica
• Sangramento genital
• Inchaço nas mãos, pés ou rosto
• Vômitos que se repetem continuamente ao longo do dia sem cessar.

Lembre-se que você já não pode fumar e é recomendado que não beba álcool. Consulte seu médico sobre qualquer medicação que esteja tomando já que algumas podem ser prejudiciais à gravidez. Se você não estava recebendo ácido fólico, deveria começar a ingeri-lo em doses recomendadas de 500 microgramas por dia. Outros sintomas normais que você pode sentir no período da gravidez são:

• Cansaço e mudanças no humor
• Seios ligeiramente maiores e mais sensíveis
• Sensação de peso na região pélvica
• Vontade de urinar com mais frequencia

Seu bebê

Sua gravidez ainda é microscópica e não pode ser revelada por meio de ultrassonografias, ainda que já se possa detectar o engrossamento da parede do útero. Duas semanas depois da fecundação, seu bebê é, oficialmente, um embrião. Ainda nesta semana, o embrião desenvolverá um saco amniótico. A placenta que o nutrirá até seu nascimento começará a ser formada e as características faciais do seu bebê se tornarão mais visíveis. Também aparecerá o mágico batimento de seu coração, se ainda não o tiver feito.

Tentamos informar da forma mais precisa possível, mas tendo em conta que as taxas de crescimento e desenvolvimento da gestação são ocasionalmente diferentes para cada mulher, recomendamos que leia a semana exata de sua gravidez, também a semana antes e a semana depois. Em caso de dúvida, não hesite em contatar seu médico.

Níveis de HCG – Hormônios da gravidez!Como Fazer o Teste de Gravidez!

O que é exatamente um gráfico de nível HCG? Bom, a menos que você tenha passado por cuidados de fertilidade ou tenha começado na linguagem única dos especialistas em fertilidade, você não precisa saber isso. Então, não se sinta boba se você estiver um pouco confusa, hCG é o acrônimo do hormônio gonadotrofínico coriónico humano. Este é um hormônio específico da gravidez que é incrivelmente importante para as mulheres que estão grávidas, mas não interessa muito a quem não está.

Como Fazer o Teste de Gravidez!

Níveis de HCG – hormônios da gravidez

O que é exatamente um gráfico de nível HCG? Bom, a menos que você tenha passado por cuidados de fertilidade ou tenha começado na linguagem única dos especialistas em fertilidade, você não precisa saber isso. Então, não se sinta boba se você estiver um pouco confusa, hCG é o acrônimo do hormônio gonadotrofínico coriónico humano. Este é um hormônio específico da gravidez que é incrivelmente importante para as mulheres que estão grávidas, mas não interessa muito a quem não está.

O hCG é o hormônio responsável por todos os primeiros sintomas da gravidez, que faz com que milhões de mulheres em todo o mundo se questionem se estão grávidas ou não, muitas delas, mesmo antes de ter feito um teste de gravidez. Sensibilidade nos seios, sentir-se um pouco emocional (sensível), náuseas e fadiga, todos esses sintomas são devidos ao hCG no corpo.

Níveis de hCG durante a gravidez

Os níveis de hCG na gravidez aumentam de forma consistente até cerca da semana 10-12, nesse momento devem estabilizar-se ou mesmo diminuir. É por isso que os sintomas da gravidez no primeiro trimestre (3 meses) são mais fortes e mais intensos.

Geralmente, os níveis de hCG no início da gravidez se duplicam a cada 2-3 dias com um aumento de pelo menos 60% a cada dois dias. Novamente, isso depende de cada mulher e se ela tem um ou mais embriões. Cada mulher responde à gravidez de uma maneira diferente e como seu corpo reage é completamente único.

Níveis de HCG em semanas desde o último período menstrual. (UPM)

3 semanas (UPM)5 – 50 mIU/ml
4 semanas (UPM)5 – 426 mIU/ml
5 semanas (UPM)18 – 7,340 mIU/ml
6 semanas (UPM)1,080 – 56,500 mIU/ml
7-8 semanas (UPM)7, 650 – 229,000 mIU/ml
9-12 semanas (UPM)25,700 – 288,000 mIU/ml
13-16 semanas (UPM)13,300 – 254,000 mIU/ml
17-24 semanas (UPM)4,060 – 165,400 mIU/ml
25-40 semanas (UPM)3,640 – 117,000 mIU/ml
Mulheres não grávidaz<5.0 mIU/ml
Mulheres depois da menopausa9.5 mIU/ml

N.B. é importante lembrar que esses valores são apenas um guia, por isso, eles não são definitivos, eles só dão uma indicação do que poderia ser uma faixa média do nível de hCG. Toda mulher e sua gravidez são únicas e o que pode ser considerado normal para uma, pode não ser para outra. Se você tiver alguma dúvida sobre seus níveis de hCG, é importante que você procure o conselho de seu profissional de saúde.

O que é interessante sobre a hCG é que se as medidas começam altas, elas não continuarão a expandir-se com a taxa mais alta. Para uma mulher cujos níveis de hCG são um pouco lentos no começo, o aumento é muito mais rápido do que em outras. É como se a natureza soubesse que o bem-estar e a sobrevivência do embrião dependem da concentração de hCG e, portanto, não há tempo a perder.

Como Fazer o Teste de Gravidez!De onde vem o hCG?

O hCG é produzido pelas células que eventualmente se tornam na placenta. Muito antes de se formar completamente, o tecido placentário envia uma mensagem aos folículos ovarianos, onde os óvulos foram liberados. Esta área é conhecida como o corpo lúteo e desempenha um papel muito importante na produção de estrogênio e progesterona, hormônios responsáveis pela construção do revestimento vascular nas paredes do útero, que alimentará e nutrirá o embrião em desenvolvimento antes da formação da placenta. Sem essa retroalimentação, as possibilidades de sobrevivência do embrião seriam mínimas. Pensa-se que as limitações relacionadas com a função do corpo lúteo podem resultar em problemas de fertilidade para algumas mulheres.

Claro, todo esse aumento nos níveis de hCG ocorreu muito antes de uma mulher ter confirmado sua gravidez. O hCG começa a produzir-se cerca de uma semana após o óvulo ter sido liberado e depois de ter sido fertilizado pelo esperma. Uma mulher pode suspeitar que está grávida e fazer os cálculos da data, mas é muito cedo para ser definitivo.

Como Fazer o Teste de Gravidez!Mas, como sei se estou produzindo hCG?

O hCG é o hormônio que é detectado na urina e sangue de uma mãe grávida e é responsável por essas duas linhas positivas nos testes de gravidez. Se você se sentir um pouco sensível neste momento, isso não é nada comparado com a sensibilidade dos detectores de hCG, mesmo nos testes de gravidez mais baratos.

Mas não importa se o teste que você acabou de fazer diz se você está grávida ou não, você realmente não terá ideia dos seus níveis de hCG. Um teste de gravidez standard não detectará o nível exato de hCG, só se está presente ou não. A menos que, você tenha recebido assistência de fertilidade, onde a precisão é a chave, descobrir que houve um leve aumento no hCG pode causar que o coração, dos casais que estão recebendo apoio para a concepção, pulem.

Como Fazer o Teste de Gravidez!O Que preciso saber sobre o hCG?

  • A maioria das mulheres grávidas não sabe qual é ou será sua leitura individual de seu hCG.
  • Mesmo que você descubra seu nível de hCG, não se exalte sobre isso. Uma leitura baixa de hCG pode significar uma gravidez e um bebê saudável.
  • Uma ultrassonografia dá um resultado mais preciso do que uma leitura de hCG.
  • Uma leitura de hCG inferior a 5 ml / mL é insuficiente para um resultado positivo da gravidez. Uma leitura acima de 25 mlU / ml é suficiente para ser considerada positiva para a gravidez
  • Uma mulher com uma leitura de hCG entre 5 mlU / ml e 25 mlU / ml pode precisar de mais testes para identificar o que pode estar causando elevação nos níveis de hCG
  • As mulheres podem realizar uma ultrassonografia transvaginal e análises de hCG simultaneamente para calcular a gestação exata de sua gravidez. Uma comparação dos dois resultados pode fornecer um dado muito preciso da idade gestacional do embrião
  • Uma análise de hCG isolada não é útil. Para ter certeza, deve-se comparar uma série de análises de hCG tomadas com uma diferença de alguns dias, muitas vezes há variação: um aumento rápido de concentração, especialmente nas primeiras semanas de gravidez.
  • A data de gravidez ou o tempo de gestação não devem ser estimados a partir da análise de hCG. Existe uma grande variação entre as mulheres e do que é considerado normal.
  • Os níveis de hCG não são indicativos da força, inteligência ou gênero do bebê, eles são simplesmente um indicador para determinar se tem detectado níveis suficientemente altos de hCG para ser analisados.

Mas, o que é interessante sobre o hCG?

  • Quando os níveis de hCG no início da gravidez são inferiores a 1.200 mUI / ml, a concentração de hCG geralmente dobra a cada 2-3 dias. Normalmente, o nível de hCG aumenta em pelo menos 60% a cada dois dias.
  • Quando o hCG está entre 1.200 e 6.000 mUI / ml no início da gravidez, o hCG geralmente leva 3-4 dias para dobrar-se.
  • Quando hCG tem mais de 6.000 mUI / ml, hCG geralmente leva quatro ou mais dias para dobrar-se.
  • Normalmente, após as 9-10 semanas de gravidez, os níveis de hCG diminuem. Esta é a razão pela qual pode haver uma melhoria geral no bem-estar da mãe nesta fase da gravidez.
  • Não faz muito sentido monitorar os níveis de hCG nas gestações precoces acima de 6.000 mIU / ml, pois neste momento o aumento é mais lento e não está relacionado com a gravidez. Após dois a três meses, os valores de hCG diminuirão e, eventualmente, declinarão, mesmo antes de estabilizar-se para o resto da gravidez.

Dicas sobre o hCG

Não se preocupe com seus níveis de hCG. Há pouco que você pode fazer para influenciá-los, preocupar-se e agonizar sobre o que o nível deveria ser, não causará mais que estresse.
Para conhecer definitivamente o seu nível de hCG, é necessário fazer um exame de sangue. Os níveis de hCG podem variar durante o dia, entre dias e entre semanas. Lembre-se, uma análise da hCG não nos diz muito, apenas o nível nesse ponto específico. É o padrão de concentrações e níveis que dá uma indicação muito mais precisa do estado da gravidez e sua viabilidade.

Seu trabalho é cuidar bem de si mesma e fazer tudo o que seja possível para manter-se saudável e em forma. Fazer isso dará a seu bebê as melhores chances de crescer plenamente. Sinta-se segura de que seu corpo sabe o que fazer. Os níveis de hCG não estão sob seu controle.

Dicas para bebês recém-nascidos!

Para Mamães!9 ótimas dicas para bebês recém-nascidos!

Dicas para bebês recém-nascidos!Para mamães:Depois de algumas semanas desde o nascimento, seu bebê pode começar a se tornar mais ativo, mas sabemos que o efeito nos pais pode ser completamente o oposto.

Então, aqui estão nossas dicas para mães com bebês recém-nascidos:

1-Para mamães:Não esconda o bebê

Você não precisa ficar quieto enquanto o bebê está dormindo. O útero está alto e os recém-nascidos estão acostumados com o barulho.

 Quando o nosso chegou em casa, assistimos televisão e eu aspirava, lavava a louça e falava ao telefone ao seu redor enquanto ela dormia.

2 -Para mamães:Acalme seu recém-nascido chorão

 Ela se acostumou a dormir com barulho, e eu pude fazer as coisas. 

Ainda sou capaz de aspirar o quarto dela enquanto ela dorme (ela tem 14 meses), e ela está em paz e bem descansada quando acorda.

Quando meu bebê chora, eu a conforto dando um tapinha nas costas em um ritmo de batimento cardíaco. Isso a ajuda a arrotar mais rapidamente, e também a ajuda a relaxar se ela está chorando de insegurança. Se isso não funcionar, também tento um ou todos os cinco movimentos calmantes ,enfaixando, calando, segurando-a de lado, balançando-a ou deixando-a chupar. Às vezes são necessários todos os seis! 

3- Para mamães:Ajude o seu bebê a mamar

Se estiver com problemas de trava durante a amamentação, use protetores de mama para ajudar no processo. Essa foi uma dica maravilhosa que aprendi com meu consultor de lactação. Eu tive que usar os escudos por um mês inteiro antes que meu bebê se prendesse no meu próprio mamilo sem eles. Se não fosse pelos protetores de mama, eu não seria capaz de continuar amamentando meu bebê. 

4-Prepare-se

Em três semanas, os dias e as noites dos bebês se tornam mais previsíveis, e você pode se concentrar em si mesmo, além do recém-nascido. Uma maneira de fazer isso é reduzir o nível de estresse – e ter tudo pronto para o seu bebê faminto e você é uma maneira de fazer isso. Comece preparando a próxima alimentação assim que a anterior terminar. Por exemplo, após uma alimentação às 23h, prepare-se para as duas da manhã, preparando o que for necessário para alimentar e colocando água potável para você, para que você não tenha nada em que pensar no meio da noite. Durante o dia, tire proveito dos cochilos do bebê para se exercitar, tomar banho ou pegar um e-mail ou tirar uma soneca também. 

5-Mantendo seu bebê acordado durante as refeições

Quando nosso bebê estava comendo devagar e com sono, meu marido e eu massageávamos sua bochecha para estimulá-la a comer mais rápido. Um golpe suave com a ponta do dedo na bochecha foi o suficiente e, naquelas longas noites sem dormir, esse truque simples foi uma dádiva de Deus! Nossos amigos descobriram que também funciona muito bem com seus bebês. Quando os bebês comem com eficiência até ficarem cheios antes de dormir, dormem por mais tempo entre as mamadas. E isso significa que vocês dois provavelmente serão mais calmos! 

Verifique se o seu bebê tem tempo suficiente sozinho com o papai. O toque e a voz dele são diferentes dos seus, e isso começará um processo de vínculo e lhe dará uma pausa. Além disso, ele acostuma o bebê a estar com outra pessoa que não você. 

6-Ajude seu bebê a se relacionar com o pai  :dicas para bebês recém-nascidos!

As primeiras vezes podem ser difíceis. Certifique-se de que seu bebê esteja alimentado e bem descansado, pois isso lhe dará pelo menos uma ou duas horas antes de ser necessário novamente. Então deixe papai e o bebê em paz. 

Se você ficar por perto, verifique se o bebê não pode vê-lo ou ouvi-lo e resista à vontade de entrar no quarto e “consertar” as coisas se ela começar a chorar. Seu bebê chora com você e você experimenta para descobrir o que está errado. 

Os pais também precisam de tempo para fazer isso – à sua maneira. Ao permitir esse tempo, seu filho aprenderá que há mais de uma maneira de receber conforto, o que ajudará imensamente quando você deixar seu bebê com uma babá ou outro membro da família pela primeira vez. Você pode fazer com que seu parceiro a banhe, coloque-a na cama ou apenas leia ou fale com ela.

7-Para mamães:Conforto do berço 

Quando minha filha tinha 3 semanas, ela gostava de dormir apenas em mim. Toda vez que eu a colocava no berço depois que ela dormia em mim, ela acordava. Eu percebi que ela provavelmente gostou do calor. Então comecei a enrolar um cobertor em volta de uma almofada de aquecimento e deixá-lo aquecer sua cama enquanto a alimentava. Depois que ela terminou e adormeceu, tirei a almofada de aquecimento e coloquei o bebê entre as dobras do cobertor quente. Ela se aconchegava. Pré-aquecer um cobertor na secadora também funciona.

8-Para mamães:Truque do sono :dicas para bebês recém-nascidos!

Quando nosso bebê tinha cerca de três semanas, ela chorava e se irritava porque estava tendo dificuldade em adormecer. Um dia, começamos a esfregar o nariz e funcionou. De fato, funcionou sempre. Começávamos de cima e batíamos direto na ponta, repetidamente. Seus olhos ficariam pesados ​​e eventualmente se fechariam. Ela agora tem 4 meses e ainda funciona.

9-Deixe seu bebê liderar o caminho :dicas para bebês recém-nascidos!

Ser pai de primeira viagem pode ser estressante – especialmente quando todo mundo quer gastar dois centavos e o que eles estão dizendo não parece certo.

 Assim que cheguei em casa com meu bebê, meus amigos e parentes começaram a me dar conselhos (mais parecidos com as demandas) sobre como criá-la – eles queriam que eu fizesse tudo dentro do cronograma.

Foi estressante, mas aprendi a ignorá-lo e lembre-se de que este é meu filho. Eu não podia suportar o pensamento de ouvi-lo chorar de fome.

Porque não fazia três horas desde a sua última alimentação. Se você deixar seu bebê – e não outra pessoa – lhe dizer quando está com fome ou cansado, você descobrirá que ele (e você!) Ficará muito mais feliz e saudável. 

Recém-nascido saiba como cuidar dele

Recém-nascido saiba como cuidar dele parece loucura que o bebê que você estava esperando finalmente tenha chegado (e eles são tão pequenos!). Se o pensamento do primeiro banho ou descobrir um swaddle o deixa nervoso, não se preocupe. Você pode definitivamente fazer isso. De como cuidar de bebês recém-nascidos e como eles se desenvolverão nos próximos meses, aqui está tudo o que você precisa saber depois de levar seu pequeno para casa.

Recém-nascido ...

Seu bebê está em casa com você e, embora ele ainda não esteja dentro de um cronograma previsível, seus dias estão quase definitivamente caindo em um padrão previsível – alimente, mude, balance e repita. Mas em algum momento entre aquelas sessões intermináveis ​​de alimentação e aquelas noites sem dormir, você está tendo um vislumbre das alegrias da criação dos filhos na forma da doçura fofinha do seu pequeno embrulho e do desejo de poder engarrafá-lo cheiro de recém-nascido. Veja o que está reservado para seu novo bebê durante a semana 2.

Os bebês amamentados devem comer o quanto quiserem nessa idade, mas uma regra geral é de aproximadamente 12 a 32 onças de leite materno. Geralmente 16 a 32 onças em 24 horas, é uma boa referência para bebês alimentados com fórmula.

O bebê está quieto e ativoQuando o bebê tem apenas 2 semanas de idade, ele está na verdade alternando entre observar atentamente o que está acontecendo ao seu redor (chamado de modo de alerta silencioso), se mover ativamente e até emitir pequenos sons (chamado de modo de alerta ativo).

Você sabia?A maioria dos bebês de pele clara nasce com olhos azuis escuros ou de cor ardósia, e a maioria dos bebês de pele escura chega com olhos castanhos escuros.

Pode não parecer que seu bebê esteja fazendo muita coisa hoje em dia – além de comer, dormir e cocô. Mas ela está realmente usando bastante o cérebro do bebê, alternando entre observar atentamente o que está acontecendo (chamado de modo de alerta silencioso), se mover ativamente e até emitir pequenos sons (chamado de modo de alerta ativo). Ela também está chorando, dormindo (no modo de sono silencioso ou no modo de sono ativo) e passando o tempo em uma fase sonolenta (quando o bebê está prestes a adormecer ou apenas acordando). Observe com cuidado e, com o tempo, você poderá responder aos diferentes estados de espírito do seu bebê.

Embora seu bebê pareça um recém-nascido indefeso, ela está fazendo muitos progressos no desenvolvimento esta semana, incluindo ser capaz de se concentrar em um rosto com seus pequenos olhos doces. E por falar nesses olhos, é muito cedo para saber com certeza de que cor eles acabarão sendo. A maioria dos bebês de pele clara nasce com olhos azuis escuros ou de cor ardósia, e a maioria dos bebês de pele escura chega com olhos castanhos escuros. Mas  a verdadeira cor dos olhos de um bebê  geralmente não se torna conhecida até algo entre 6 e 9 meses e pode continuar mudando até o primeiro aniversário.

Crescimento do seu bebê de 2 :Recém-nascido saiba como cuidar dele

Você pode começar a publicar esses boletins de ganho de peso a partir desta semana. A maioria dos bebês recupera ou supera o peso ao nascer entre 10 e 14 dias de vida, graças a toda a alimentação que está fazendo – se essa nutrição vem do peito ou da mamadeira.

Alguns bebês que começam lentamente no departamento de amamentação podem demorar um pouco mais para começar a ganhar peso, mas enquanto o médico do bebê não estiver preocupado, você também não deve ficar. Apenas certifique-se de alimentar seu recém-nascido a cada duas a três horas (contando desde o início de um feed até o início do próximo).

Por que seu bebê está fazendo movimentos bruscos enquanto dorme ou quando está acordado? Saiba mais sobre o reflexo moro (também conhecido como reflexo de sobressalto) e outros reflexos de recém-nascidos.

Os bebês são muito inteligentes desde o começo. De fato, desde o primeiro dia em que sabem instintivamente agarrar o dedo e a raiz do peito, dois dos vários reflexos recém-nascidos que os bebês vêm equipados.

Esses reflexos de recém-nascidos, incluindo o conhecido reflexo moro ou reflexo de sobressalto, são tão importantes que o pediatra os examinará na primeira consulta médica do bebê no  primeiro ou no segundo dia de vida do seu filho .

Os reflexos do recém-nascido que o médico do seu bebê procurará incluem:

Reflexo Moro (reflexo de sobressalto):

  • Gatilho:  Embora alguns bebês às vezes se assustem sem motivo aparente, geralmente isso ocorre em resposta a um barulho alto, a um movimento repentino ou à sensação de queda (por exemplo, quando você coloca seu bebê no berço sem apoio suficiente).
  • Resposta:  Ele aperta o corpo, joga os braços para cima e para fora e abre os punhos normalmente apertados, ajeita os joelhos e depois aproxima os braços e os punhos do corpo – quase como se estivesse se esforçando. abraço. Segundos depois, tão abruptamente como o susto começou, acabou.
  • Razão:  primeira tentativa do bebê de se proteger de danos.
  • Quando começa o reflexo moro? Está presente desde o nascimento.
  • Quando o reflexo moro desaparece? Quando o seu bebê tiver cerca de  6 semanas , ele se acostumará à vida do lado de fora e se sentirá mais seguro ao seu redor (graças a você). Seu reflexo de sobressalto diminuirá e desaparecerá em torno dos 4 meses. Enquanto isso, não se preocupe, mas tente oferecer muito apoio extra ao seu filho quando você o estiver carregando de um lugar para outro. 
  • Se o bebê se sobressair acordado:  tente envolvê-lo para que ele se sinta mais seguro.
  • O que significa se não há reflexo moro? Anormalidades no reflexo moro são geralmente descobertas pelo médico do seu bebê. Mas se você notar uma alteração entre as visitas, entre em contato com seu pediatra imediatamente. Ele ou ela será capaz de realizar um teste para descobrir o que está acontecendo.
Recem-nascido saiba como cuidar dele

Dicas Para Viajar Com o Bebê!Descubra Agora!

Dicas Para Viajar Com Bebês!

Dicas Para Viajar Com o Bebê!

Dicas Para Viajar Com o Bebê!Para obter o melhor de viagens em família, deixe seu bebê definir a agenda e o ritmo. Aqui estão algumas dicas para você começar

Dicas Para Viajar Com o Bebê! Alimente seu bebê

Dicas Para Viajar Com o Bebê!Manter tudo limpo e saudável

  • Toalhinhas umedecidas são essenciais em viagens. Elas são ótimas, não só para trocas de fraldas, mas também para limpar as mãos de todos, o que reduz o risco de passar infecções.
  • Antes e depois da troca de fralda em um lugar público, não se esqueça de limpar a área de troca.
  • Aproveite todas as efusividades e admiração que seu bebê inspira, mas faça o possível para mantê-lo longe de pessoas com resfriados ou outras infecções, bem como daqueles que estão fumando.

Dicas Para Viajar Com o Bebê! Descansar e dormir

...Dicas Para Viajar Com Bebês!
  • Coloque o seu bebê para dormir em sua cama portátil por algumas noites (ou alguns cochilos) antes de viajar, para que ele possa se acostumar com isso antes de pegar a estrada. Confira algumas dicas para fazer o seu bebê dormir!
  • Planeje muitos períodos de descanso para você e seu bebê.

Dicas Para Viajar Com o Bebê!Viagem de barco?

  • Se você estiver pensando em andar de barco com uma criança mais velha, traga um colete salva-vidas que você saiba que serve – não ’conte com encontrar o tamanho certo quando você chegar ao seu destino.

Viajar com um bebê pode ser mais fácil do que você imagina – prepare-se com antecedência, mantenha uma mente aberta e lembre-se de respeitar as necessidades ’do seu bebê. Deixe o seu bebê definir o ritmo!

Acostumada a viajar, mas agora com o novo integrante da família, bateu o receio? Fica calma! Viajar com bebê é moleza até mesmo para as mamães de primeira viagem.

A gente sabe que é difícil controlar a ansiedade na hora de planejar a primeira viagem em família, mas, assim como todas as outras, o segredo está no planejamento!

Neste post, nós vamos dar algumas dicas para viajar com bebê de avião para que nada dê errado e, no final, fiquem apenas as boas recordações.

Viajar com bebê: planejamento em todas as etapas da viagem

Viagem em família é o sonho de muita gente, principalmente se for para viajar com bebê, o mais novo integrante da família!

Mas só de pensar já bate o receio de como proceder no avião, para onde ir, quando ir, o que fazer e muito mais. Ainda não sabe por onde começar?

A seguir, você descobre tudo o que precisa saber para viajar com bebê, as regras de embarque, as melhores dicas e os destinos nacionais e internacionais baby-kid-friendly!

Dicas Para Viajar Com o Bebê!Com quantos meses um bebê pode viajar de avião?

Qual a melhor idade para viajar com bebê é uma das maiores dúvidas de quem vai quer se arriscar pela primeira vez com o filho, certo?

A idade mínima para embarcar é sete dias de vida na maioria das companhias aéreas. (exceto a cia. Avianca, que só permite o embarque de bebês após o 10° dia).

Ainda assim, os médicos recomendam que os pais só levem o bebê para viajar após completar três meses de idade.

Depois do primeiro trimestre de vida, o sistema imunológico das crianças já está mais forte e corre menos risco de contrair infecções ou doenças durante o voo.

E é também durante esse período que a criança toma todas as vacinas básicas para protegê-la e garante mais segurança e tranquilidade para enfrentar um passeio com o pequeno.

Em todo caso, a dica é consultar o pediatra do seu filho antes de qualquer viagem.

Dicas Para Viajar Com o Bebê!Bebês pagam pela passagem de avião?

como viajar com bebê de avião

As companhias aéreas podem cobrar passagem para os bebês, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

No entanto, se a criança tiver menos de dois anos de idade e não for ocupar um assento no avião, essa cobrança não deve ser superior a 10% do valor da passagem para um passageiro adulto.

Crianças maiores de dois anos precisam viajar em uma cadeirinha especial e utilizam assento, assim, é cobrado um valor de tarifa.

Normalmente, nesses casos o custo é menor do que as passagens para adultos e pode chegar em até 50% de desconto dependendo da cia. aérea.

Bebês têm direito a bagagem no avião?

Se você vai viajar com bebê recém-nascido ou menor de dois anos, não terá direito a bagagem no avião.

Isso porque provavelmente seu filho viajará em seu colo e apenas passageiros que ocupam assento tem direito à bagagem de mão.

O benefício que as companhias aéreas concedem para quem está viajando com bebê é o despacho do carrinho ou bebê conforto sem custos adicionais.

Você pode despachar o equipamento assim que for realizar o check-in junto com outras malas ou ficar com o carrinho no aeroporto até a hora do voo e entregar no portão de embarque.

Chegando em seu destino final, o carrinho ou bebê conforto aparecerá na esteira da sala de embarque.

Dicas para viajar com bebê

viajar com bebê criança

Não se preocupe! Viajar com bebê é um desafio! Parece difícil, mas não impossível!

Da hora de fazer a mala até o desembarque, sempre rola aquela ansiedade para que tudo dê certo, né?!

Para te ajudar, separamos algumas dicas essenciais para quem vai viajar com bebê. Confira!

Embarque prioritário

Quem vai viajar com bebê tem direito ao embarque prioritário assim como idosos e pessoas com deficiência.

No entanto, apenas pais com crianças menores de dois anos podem usar desse direito, crianças maiores devem aguardar normalmente junto com o adulto pagante para embarcar.

Já no momento do check-in, tanto o passageiro com bebê quanto o seu acompanhante, quando o caso, podem emitir o cartão de embarque no atendimento prioritário.

Atenção especial para os aeroportos internacionais! Nem sempre essa regra vale no exterior.

Documentos necessários para viajar com bebê

Atenção à documentação necessária para viajar com bebê!

Certidão de Nascimento ou qualquer outro documento de identificação deve ser apresentado para comprovar o grau de parentesco.

Para viagens com terceiros sem nenhum grau de parentesco com a criança, além de apresentar a Certidão de Nascimento, é exigido uma autorização de viagem autenticada.

Já para viajar com um dos pais ou terceiros até o terceiro grau de parentesco comprovado, a autorização não se faz necessária.

Dê preferência aos voos diretos

Se puder, escolha os voos diretos na hora de viajar com bebê!

Principalmente em viagens longas, em que ficamos mais de 4 horas dentro do avião, e costuma ser um voo cansativo até mesmo para passageiros adultos.

A opção do voo direto agrada por diminuir o tempo de espera do bebê e deixá-lo menos exausto.

Se seu voo não tiver a opção de voos diretos, considere passar um tempo no destino de conexão. Essa tática pode servir como respiro tanto para as crianças como para os pais.

Bebê a bordo: cuidados essenciais e precauções

Viajar com bebê nem sempre é uma tarefa fácil, até chegar ao destino é preciso muito jogo de cintura para driblar a ansiedade do pequeno – e dos pais também, né?!

Veja algumas coisas que você pode fazer para deixar esse momento mais tranquilo e agradável para você e seu filho!

Amamentação durante o voo

viajar com bebê amamentação alimentação

A fase mais fácil para viajar com bebê é quando ele ainda mama no peito!

Isso porque, dessa forma, você não precisa se preocupar com nada além de uma roupa prática e confortável para amamentar sempre que a criança estiver com fome.

Já se seu bebê tomar fórmula, você vai precisar levar o leite em pó. Leve a quantidade suficiente para o tempo de voo e não terá problema para embarcar.

Para levar a água, você pode esquentar antes de sair e colocar em uma garrafa térmica (atenção as regras para transporte de líquidos). Em algumas companhias aéreas, o recomendado é levar apenas a mistura e a própria irá disponibilizar o líquido.

Independente se o bebê mama no peito ou na mamadeira, coloque-o para mamar durante a decolagem ou aterrissagem.

Esse é o momento de maior desconforto para a criança já que ele pode sentir um pequeno incômodo no ouvido. O ato de sucção ameniza muito a dor!

Entretenimento e diversão

Uma da maiores dificuldades dos pais na hora de viajar com criança é o entretenimento. Afinal, como deixar um passeio longo menos cansativo para os pequenos?

Se seu bebê ainda é pequeno, possivelmente vai dormir durante grande parte – senão todo – o voo. E aí é só torcer para que no dia do embarque ele esteja tranquilo, sem cólicas, dores ou algo que posso causar incômodo durante o voo.

E nada de esquecer a toalhinha ou mantinha que seu bebê usa para dormir, hein? Mesmo em voos diurnos. O ideal é tentar quebrar a rotina que ele está acostumado a ter em casa.

Já para as crianças maiores, é hora de liberar os eletrônicos. Tablets e smartphones com vídeos, desenhos e filmes pode ser uma solução para entretê-los por mais tempo.

Livros para colorir, jogos, e o que mais a criança está habituada a brincar vai servir nesse momento. Vale até um brinquedo novo para distrai-los sem erro. Para os voos longos, leve mais opções de entretenimento pois a chance de ele se entediar é grande!

Como trocar as fraldas do bebê no avião

Pode parecer impossível fazer a troca de fraldas em um banheiro tão pequeno, né? Mas calma lá que para tudo tem jeito!

Se o voo for curto, tente trocar o bebê bem próximo da hora de embarcar, assim a chance de você ter que fazer outra troca é bem menor.

Já em voos mais longos, não tem jeito! Trocar o bebê acaba sendo necessário em algum momento.

Praticamente todas as aeronaves tem um fraldário em um dos banheiros e, apesar de pequenos, ajuda muito.

Se você está viajando com mais alguém fica tudo mais fácil. Mas caso esteja sozinha, basta pedir ajuda para uma comissária de bordo.

Qual o melhor destino para viajar com bebê?

destinos viajar com bebê

Viajar com criança é bom, para destinos kids-friendly é melhor ainda!

Sempre bate a dúvida de qual o destino ideal para viajar com bebê? Nós selecionamos os melhores lugares nacionais e internacionais para ter uma experiência perfeita.

Viajar com bebê pelo Brasil

Penha – Santa Catarina

Que tal levar seu bebê para ver a praia pela primeira vez?! Em Penha, Santa Catarina, a Praia da Penha faz sucesso com o mar cristalino e calmo.

Outra atração muito famosa para viajar com bebês e crianças é o Beto Carrero World, maior parque temático da América Latina.

O parque tem uma área para medir a altura das crianças e indicar (com uma pulseirinha colorida), em quais brinquedos ela pode se divertir.

E são várias áreas e brinquedos perfeitos para crianças e bebês. Eles vão adorar o passeio!

Gramado – Rio Grande do Sul

A Serra Gaúcha é um dos melhores destinos para viajar com a família!

Para quem quer fugir da convencional rota de praia e está planejando a viagem para o inverno, que tal programar para conhecer Gramado?

Por lá, você pode aproveitar os passeios e atrações infantis para se divertir, o Mini Mundo, Gramado Zoo, a Aldeia do Papai Noel e as fábricas de chocolate vão fazer a diversão da criançada!

Beach Park – Ceará

Nada melhor do que viajar com bebê para um destino com uma super infraestrutura, né?!

O Beach Park, complexo turístico no Ceará, garante a diversão das férias de adultos, crianças e bebês.

Para os mais velhos, os brinquedos mais radicais são o ponto alto do passeio. Mas para quem vai viajar com bebê, não precisa se preocupar, são muitas atrações perfeitas para as crianças pequenas.

Sem contar que você tem a facilidade de se hospedar no local e conta com a presença de vários salva vidas nas piscinas! Tranquilidade e segurança são as palavras de ordem da viagem, né?!

Viajar com bebê para o exterior

Buenos Aires – Argentina

Poucas horas de voo, não precisa de passaporte, cidade plana e arborizada… alguma dúvida que Buenos Aires é um dos melhores destinos para viajar com bebê?

Se você quer levar a criançada para uma primeira viagem internacional, a capital argentina é o lugar perfeito. Além da proximidade com o Brasil, o idioma mais fácil de entender é uma ajuda e tanto.

Na hora de montar o roteiro, atrações não vão faltar com as opções infantis. Entre as atrações mais visitadas estão o Museu de los Niños, Buenos Aires Polo Circo e Planetário Galileo Galilei.

Santiago – Chile

Já pensou em levar seu filho para conhecer a neve? Para isso não é preciso ir tão longe!

Em Santiago, você pode ter uma super viagem em família, com muitas atrações legais e especiais para todo tipo de viajante e de todas as idades.

É bom saber que se anda muito na capital chilena, então nada de deixar de fora o carrinho de bebê, hein?

Alguns passeios imperdíveis com a criançada são: o parque Kidzania, o Parque Bicentenário e o Valle Nevado.

Seguro viagem para viagens nacionais e internacionais

dicas viajar com bebê cuidados

Segurança é o item mais importante na hora de viajar com bebê.

Uma das preocupações dos pais é que seus filhos aproveitem muito o passeio. Afinal, e se acontecer algum contratempo, como saber o que fazer?

É para isso que existe o seguro viagem!

Sabemos que bebês e crianças precisam de cuidados extras e, com o seguro viagem, você pode viajar tranquila sabendo que seu filho terá toda a assistência necessária.

O seguro viagem para bebê não é mais caro nem mais barato do que o seguro viagem para um adulto. Mas, é importante prestar muita atenção na hora de contratar o serviço.

Alguns planos possuem um limite mínimo e máximo de idade para cobrir a pessoa. Assim, no momento de escolher o que irá contratar, veja se a faixa etária do plano atende sua necessidade.

Cuidados com o bebê: 15 perguntas e respostas

Cuidados com o bebê

Cuidados com o bebê!Como sei se ele está com cólica ou fome? Tem diferença no tipo de choro? Dúvidas e incertezas fazem parte do dia a dia das mamães leia o post e tenha suas respostas.

1. Qual a maneira correta de limpar o umbigo do recém-nascido?

Umedeça um cotonete (ou algodão) com álcool a 70% (adquirido em farmácia) e passe na superfície do curativo pelo menos três vezes ao dia. Tenha o cuidado de limpar todo o entorno do umbigo para evitar infecções. Continue fazendo a limpeza até três dias após a queda do umbigo.

2. Como sei se ele está com cólica ou fome? Tem diferença no tipo de choro?

O choro causado pelo desconforto das cólicas intestinais é diferente do da fome. Mas fique tranquila, pois, com o tempo e a convivência, você aprende a distinguir cada chorinho: fome, frio, sono, calor, xixi, fralda apertada, dor, mimo e assim por diante. No caso da cólica, considere que é uma situação transitória, mais frequente no fim da tarde e à noite. Em geral, as queixas começam na segunda semana de vida do bebê e cessam no quarto mês. É um choro intenso e súbito, que deixa a criança irritada e agitada até três horas por dia. Além disso, diferentemente do que acontece na fome, dar o peito não resolve.

3. O que posso fazer para aliviar as cólicas?

As cólicas são o resultado de um processo natural do desenvolvimento gastrointestinal da criança e que dura de três a quatro meses. Portanto, procure manter a calma diante do choro do seu bebê. A ansiedade do adulto só faz piorar a situação. Ambiente tranquilo e música suave são sempre bem-vindos. Banho morno (em posição fetal) também. O mesmo se aplica a compressas mornas na barriguinha com toalhas felpudas passadas a ferro. Elas têm um efeito analgésico (mas teste antes o calor da toalha em sua própria face). Outra dica: movimente as pernas do bebê, fazendo-o pedalar no ar. Esse exercício pode ajudá-lo a eliminar o excesso de gases. Procure ainda massagear a barriguinha do bebê no sentido horário. Agora, o mais importante é ter paciência e ter cuidados com o bebê para acalmar o aconchegando-o no colo, barriga com barriga, ou apoiado de bruços na extensão do seu antebraço. E atenção: oferecer chás entre as mamadas pode prejudicar a amamentação, além de não resolver as cólicas. Já os remédios “contra gases” têm pouca eficácia.

4. É verdade que a minha alimentação pode influenciar nas cólicas do bebê?

Esse é um tema ainda controverso. Faltam mais estudos científicos, mas existem relatos de que alguns alimentos ingeridos pela mãe deixam os bebês mais agitados. É o caso de chocolate, refrigerantes, café, alguns tipos de chá e até mesmo o próprio leite de vaca. Soja, trigo e nozes presentes na dieta da mãe também são suspeitos de provocar cólicas nos bebês.

5. O que faço para ter mais leite?

O leite materno é produzido sob demanda. Quanto mais o bebê suga, mais você o produz. Em outras palavras, confie na sua capacidade de amamentar e tudo ficará bem. Agora, para tornar essa tarefa ainda mais tranquila, existem algumas dicas básicas. Procure oferecer o peito com frequência, sempre que o bebê quiser, de dia e de noite, a qualquer hora. Livre demanda. Certifique-se de que ele está bem acomodado no seu colo e pegando o bico da mama corretamente. As duas mamas devem ser esvaziadas a cada mamada, alternando a ordem de início (comece uma mamada com o peito que terminou a última). Beba mais líquido (pelo menos de oito a dez copos por dia) e repouse entre as mamadas. Fuja do estresse, que atrapalha, e muito, o afluxo de leite. Sessões de relaxamento com massagens no dorso das costas costumam aliviar as tensões. A divisão das tarefas tanto da casa quanto do bebê também. No caso de bebês prematuros, que não podem mamar, faça você a ordenha. Isso ajuda a manter a produção. E ainda dá para fazer doações a bancos de leite.

6. Meu bebê quer mamar o tempo todo. Isso é normal?

Normalíssimo. O bebê mama, em média, a cada três horas, ou seja, de oito a dez vezes por dia. Alguns, porém, podem encurtar esses intervalos, ficando entre 12 e 15 mamadas em menos de 24 horas. É a maneira que eles têm de estimular a produção de leite e ajustá-la à sua necessidade de crescimento. Daí a importância de dar o peito sempre que o bebê requisitar. Ele sabe o quanto precisa.

7. Qual a posição correta de colocar o recém-nascido para dormir: de lado, de bruços?

O ideal é deixá-lo de lado ou de barriga para cima. Nessas posições, eles correm menos riscos de se engasgar com leite ou se asfixiar no travesseiro. O uso de almofadas em forma de triângulos para escorá-los não tem contraindicação. Mas evite colchões muito macios, cobertores fofos e mantas grossas. Além disso, o ambiente deve ser arejado e as roupas da criança adequadas.

8. Toda vez que dou de mamar, preciso fazer o bebê arrotar?

É muito importante colocar o bebê para arrotar após cada mamada (fazendo isso, você previne que ele regurgite e, pior, engasgue com o leite). Mas isso não significa que ele vai, de fato, soltar os gases do estômago. Algumas vezes, o bebê simplesmente não arrota. Seja como for, mantenha o ritual do arroto, posicionando o pequeno junto ao ombro, na vertical, e dando tapinhas sutis em suas costas. Só assim você dará à criança a oportunidade de eliminar o ar que engoliu – que pode vir acompanhado de leite. Agora, se ele não arrotar entre 20 e 30 minutos, tudo bem. Por precaução, procure apenas colocá-lo no berço de barriguinha para cima com a cabeceira suspensa. Importante: bebês que mamam em mamadeiras merecem atenção redobrada no quesito arroto, uma vez que costumam engolir mais ar por causa das diferenças entre os bicos.

9. Qual o melhor momento para furar a orelha da minha filha?

Não existe um prazo preestabelecido. Alguns afirmam que o brinco já pode ser colocado logo que o bebê sai da maternidade.

10. Como faço para desentupir o nariz do bebê?

Limpe as narinas do bebê com soro fisiológico. Ele deve ser aplicado com um conta-gotas ou spray nasal. Inaladores e umidificadores também são bastante eficazes, principalmente se o ar estiver muito seco. E atenção: jamais tente introduzir cotonetes no nariz de um recém-nascido, pois os canais são estreitos e podem sofrer lesões. O mais indicado nesse caso são bombinhas manuais de sucção, aquelas que parecem uma pera.

11. Vou voltar a trabalhar, mas meu bebê só aceita mamar no peito. O que faço?

Cuidados com o bebê!Salvo exceções, o bebê deve ser alimentado exclusivamente pelo leite da mãe até os 6 meses de idade. E o ideal é que ele mame diretamente no peito. Agora, se você precisa voltar ao trabalho antes disso, existem opções. A primeira delas é interromper seus afazeres para dar de mamar para a criança. Uma segunda alternativa é ordenhar o próprio leite e deixá-lo armazenado na geladeira antes de sair de casa (24 horas na geladeira ou 30 dias no congelador). Aqui é importante procurar a ajuda de profissionais de saúde para aprender a retirar o leite e oferecê-lo ao bebê pela técnica do copinho. A mamadeira pode fazer com que a criança largue o peito antes do tempo desejado. Por fim, para crianças acima de 6 meses, as papinhas podem e devem ser introduzidas esses cuidados com o bebê são importantes.

12. Como sei que meu bebê tem refluxo?

O refluxo é mais comum entre bebês prematuros, mas também acomete os “nascidos a termo” (esse é o nome técnico). Vômitos após as mamadas (leite in natura), perda de peso, irritação, tosse e sono agitado durante a noite podem sugerir o refluxo. Se for esse o caso do seu filho, consulte o pediatra dele para confirmar o diagnóstico. Agora, se a criança dá apenas algumas golfadas porque mamou muito ou não arrotou direito, não se preocupe, pois isso é normal. Mesmo porque, a válvula que impede a volta do leite ainda é imatura.

13. Meu filho dorme bem durante o dia e passa a noite acordado e chorando. Como faço para mudar esse hábito?

Tenha paciência. Ele provavelmente adquiriu esse hábito porque se acostumou com a presença de alguém sempre por perto para acalmá-lo à noite. É importante que o bebê só mame quando tiver fome. Se a cada grunhido os pais se levantam, fazem barulho ou acendem luzes, a tendência é que a criança desperte mesmo. Pior ainda se oferecerem chazinho ou pegarem no colo. Tente deixar o pequeno choramingar um pouco – às vezes, o sono logo volta.Cuidados com o bebê e porém, se seu filho trocou os horários de vez, é preciso fazê-lo entender que existe dia e noite. Pelas manhãs e à tarde, deixe janelas abertas para o sol entrar e o ar circular, sobretudo durante o sono. Nesses períodos, desperte a criança para que ela mame a cada três horas e faça com que fique acordada por algum tempo. No horário noturno, apague luzes, explique brandamente que chegou a hora do sono e resista à tentação de se levantar a cada 15 minutos só porque o bebê emitiu algum som. E tenha calma para tirar a mamada da madrugada. Faça isso aos poucos.

14. Com quantos meses posso colocar meu bebê na piscina?

Por prudência, espere pelo menos até o terceiro mês de vida, quando o bebê já terá completado o primeiro ciclo de vacinação. Mas inspecione as condições da piscina. O ideal é que o tratamento da água seja feito à base de sal e não de cloro – que pode ser prejudicial para a pele da criança em dosagens erradas. Observe os cuidados com o bebê a limpeza tanto da água quanto de bordas e demais superfícies. E verifique se a temperatura é confortável, entre 30 e 32 graus. O pH da água é outro item a ser considerado. Ele deve girar em torno de 7,2 para evitar que os olhos do bebê ardam durante os mergulhos. Por fim, tome cuidado com correntes de ar frio ao retirar o bebê da piscina. Agasalhe-o logo, protegendo principalmente ouvidos, peito, costas e cabeça.

15. Eu e meu marido nos separamos. Isso pode prejudicar de alguma forma nosso bebê?

É claro que o bebê sente. Toda separação gera estresse, e a instabilidade emocional do casal afeta a criança. Mas se o filho se sentir amparado nesse processo, os danos costumam ser mais amenos, principalmente ao se comparar aos prejuízos causados por um casamento sem futuro mantido somente por causa dele. Portanto, o mais importante é que o bebê se sinta amado de forma incondicional pelo pai e pela mãe, se estiverem juntos ou separados e aumentar os cuidados com o bebê.

Como superar as dificuldades da amamentação?

Como superar as dificuldades da amamentação?

Como superar as dificuldades da amamentação? Não basta instinto materno. É preciso orientação, apoio e muita informação para oferecer ao bebê o alimento mais completo que existe.

Escolher amamentar é um ato de bravura. É preciso paciência, força de vontade, determinação e muita dedicação. Mas desistir nunca foi uma possibilidade para a analista de pricing Daniele da Silva Pizani, 30. Ela saiu da maternidade com a indicação de um bico de silicone para auxiliar na pega correta, mas, na visita ao pediatra após oito dias, descobriu que seu filho, Ricardo, hoje com 1 ano e 6 meses, havia perdido peso. “Chorei ao sair do consultório e passei na farmácia para comprar fórmula, com dor no coração. Depois da introdução da mamadeira, ele chorava toda vez que eu tentava dar o peito, não aceitava mais”, lembra.

Foi quando começou a luta pela amamentação.Como superar as dificuldades da amamentação? Após frequentar um banco de leite, tentando amamentar sem sucesso, com a produção bem reduzida e sem apoio para continuar, Daniele tentou a translactação. “Começou a dar certo, pois, como o leite vinha em quantidade, ele mamava. Mas isso durou apenas uns três dias e ele, novamente, chorava quando eu tentava”, recorda.

Daniele, então, deu a cartada final. “No dia em que Ricardo completou 38 dias, acordei determinada a não dar a mamadeira. Ele e eu choramos muito, mas fui firme com o propósito, até que ele pegou o peito. Nesse dia, ele mamou por cinco horas. Eu deixei, com medo de tirá-lo do peito e ele não pegar novamente.

Quando finalmente ele largou, o peito já estava rachado, sangrando. Eu esperava receber uma palavra de conforto do meu esposo, mas o que escutei foi ‘não era o que você queria? Agora aguenta’”. Foi o que Daniele fez. Passou o próprio leite no bico do seio para ajudar na cicatrização, pegou o jeito e amamenta Ricardo até hoje.

A falta de apoio enfrentada por Daniele é uma das principais causas do desmame precoce apontadas pela enfermeira e consultora em amamentação Silvia Briani. “A mulher precisa ter uma rede de apoio para acionar em caso de necessidade, desde questões práticas, como limpeza e comida em casa, até para acolhimento emocional. Principalmente da família, cujo apoio real e motivacional tem um grande peso”, explica a criadora do projeto Escola de Peito, que prepara as instituições de ensino infantil para serem um local confiável, de referência no assunto e com qualidade para continuar a promover o aleitamento materno.

Como superar as dificuldades da amamentação?Na opinião de Silvia, buscar informação de qualidade durante a gestação é o melhor e o único “preparo” necessário para amamentar, mas é fundamental contar com uma rede de profissionais que sejam comprometidos com a amamentação, que possam orientar a puérpera nas questões práticas, como a pega correta, as posições para amamentar, o que fazer em caso de rachaduras, e, principalmente, que incentivem a livre demanda.

“Isso significa que o bebê não tem horários para mamar, apenas quando sentir fome. É ele quem decide quando e por quanto tempo vai ficar no seio e se ele quer mamar um ou dois seios”, explica.

Não foi o caso da publicitária Sabrina Pierangeli Gonçalves, 35 anos. Seu filho mais velho, Matheus, que hoje estaria com 7 anos – ele faleceu aos 4 –, nasceu com a língua presa, o que dificultava a sucção. O pediatra orientou que o bebê deveria mamar por apenas 20 minutos, 10 em cada seio. “Como ele tinha dificuldade em sugar, não mamava o suficiente e não ganhava peso. Logo que entrou a mamadeira, ele passou a mamar cada vez menos no seio até que o largou”, lembra.

Mas Sabrina não conseguiu digerir esse desmame precoce e, assim que soube que estava grávida de Valentin, hoje com 1 ano e 5 meses, buscou informação e um pediatra que fosse amigo da amamentação. “O grande diferencial foi o apoio do profissional, que colocou o bebê para mamar no peito assim que nasceu. Ele ficou desde o momento do nascimento até por cerca de quatro horas depois peladinho, deitado sobre meu peito nu”, conta.

Apesar de o bebê ter mamado na primeira hora de vida, com contato pele a pele – dois grandes aliados da amamentação –, Sabrina enfrentou problemas para amamentar em casa. Os seios ficavam cheios e o bebê tinha dificuldades para mamar. O pediatra foi sua salvação.

“Ele me indicou uma fonoaudióloga especialista em amamentação. Ela foi em casa e me ensinou a tirar o excesso de leite com a bombinha elétrica – e doar – para que Valentin pudesse pegar melhor. Também fui orientada a amamentar em lugar apropriado, sozinha ou com música suave, com calma e pelo tempo que o bebê quisesse, em livre demanda. Com uns 20 dias, o peito já estava curado, a pega, correta, e a produção de leite, regularizada”, comemora Sabrina, que por diversas vezes foi desacreditada pela família, mas não abriu mão de sua escolha.

“Ouvi coisas como: sua mãe, suas tias, suas primas, nenhuma delas amamentou, então, você também não vai conseguir.” Estavam errados. Valentin mamou exclusivamente no peito até os 6 meses e, depois, a amamentação junto com a introdução alimentar foi até os 10 meses. Aos 14 meses, ele desmamou naturalmente.

Amamentar é possível

Que bom seria se a amamentação fosse “plug and play”. Mas muitas mulheres passam por dificuldades, como a pega e as fissuras nos mamilos. “Entender a pega correta é a chave para o sucesso”, afirma Patricia Scalon, consultora e enfermeira do Grupo de Apoio ao Aleitamento Materno (Gaam) da Maternidade São Luiz Itaim.Como superar as dificuldades da amamentação?

A pega incorreta pode levar à lesão do mamilo e causar dor durante a amamentação. Algumas dicas são importantes. “A mãe deve segurar a mama em ‘C’, mas deixando a auréola livre, e tocar o mamilo no lábio superior do bebê para que ele abra bem a boca e abaixe bem a língua.

Além do mamilo, o bebê deve abocanhar parte da aréola. O queixo do bebê deve tocar a mama, o nariz deve estar livre e os lábios, curvados para fora”, explica Patricia. Alguns sinais de pega incorreta: “covas” na bochecha durante a sucção, barulho de estalos, mamilo amassado no final da mamada e dor.

Se mesmo assim a mama rachar, siga estas dicas: passe o leite nos mamilos após as mamadas; inicie a amamentação pela mama menos dolorida; evite o uso de protetores; faça banho de sol antes das 10 horas ou após as 16 horas, por 15 minutos, sem uso de pomada para evitar queimaduras na pele.

Os desafios são muitos, mas, se a sua escolha for amamentar, não dê ouvidos às opiniões alheias – acredite, seu leite não é fraco! – e encare o desafio. Com informação, orientação e apoio, amamentar é possível, e essa escolha fará toda diferença na saúde física e emocional do seu filho.

Confira a seguir o vídeo que conta a história de Denise, que também teve dificuldades mas aprendeu a amamentar sem nenhuma dor.

O vínculo com seu bebê começa antes dele nascer!

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O vínculo com seu bebê!A conexão entre a mãe e a criança pode fazer a diferença na hora do parto (e a vida toda!). Saiba o que você pode fazer desde já:

Durante a gravidez, à medida que o bebê se desenvolve dentro de você, seu corpo inteiro muda. Mas os nove meses de gestação não servem apenas para dar tempo ao seu filho de crescer, ganhar peso e, assim, nascer saudável. Esse período também é uma chance de a mãe e a família se prepararem para a chegada de mais um integrante, assumirem novos papéis e, é claro, se conectarem a esse ser. “O vínculo é um processo sutil, que proporciona uma troca profunda, muito além da transmissão de nutrientes entre mãe e bebê”, explica Anna Maria Chiesa, professora do Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva da USP. Ao contrário do que se pensa, essa conexão tão especial entre mãe e filho não é natural e, sim, algo a ser construído e desenvolvido diariamente. “Trata-se de um ato social: a mãe se associa ao bebê colocando-o como um integrante do núcleo familiar”, explica a psicóloga Patrícia Bader, do Hospital São Luiz (SP).ADVERTISING  

É claro que a natureza dá uma ajudinha. Um estudo realizado por cientistas da Royal Holloway, universidade de Londres, constatou que mulheres grávidas tendem a usar mais o lado direito do cérebro, que corresponde ao controle das emoções. Para chegar a essa conclusão, foi realizado um teste com 19 gestantes no terceiro trimestre de gravidez e 20 novas mães que tinham dado à luz há cerca de 20 semanas. Ao mostrar a elas imagens de rostos em que metade da face tinha uma expressão neutra e a outra, uma emotiva, os pesquisadores verificaram qual dos dois lados do cérebro era mais ativado.

“Os resultados sugerem que, durante a gravidez, as mudanças na maneira como o órgão processa as emoções faciais assegura que as mães estejam neurologicamente preparadas para se vincularem ao bebê no nascimento”, explicou a líder da pesquisa, Victoria Bourne, do Departamento de Psicologia. É como se essas mulheres ficassem mais sensibilizadas pelo contato com expressões faciais. Desse modo, ver o rosto do bebê pela primeira vez – o que já é uma emoção e tanto! – geraria impacto ainda maior e estimularia a ligação a ele.

Diversas pesquisas já constataram também que ao ouvirem a voz da mãe, os recém-nascidos tendem a se acalmar: se movimentam menos e o ritmo cardíaco declina sensivelmente. Um estudo da Vanderbilt University de 2013 mostrou até que a voz materna pode ajudar prematuros a se alimentarem melhor. Em um experimento com 94 bebês, cientistas verificaram que esse som funcionava como uma espécie de recompensa para aqueles que estavam sugando a chupeta de modo correto (aprendendo, portanto, a se alimentarem sozinhos). “Estimulados pela voz materna, esses prematuros eram retirados dos tubos de oxigênio em menos tempo, reduziam sua estadia no hospital e ficavam menos estressados”, comenta uma das pesquisadoras do estudo Nathalie Maitre, Ph.D da Vanderbilt University, nos Estados Unidos. Tudo o que ocorre no corpo da mãe é captado pelo bebê. E não se trata apenas de fenômenos físicos, como sons, temperatura e luminosidade. Sentimentos de alegria e tristeza, euforia e raiva, calma e nervosismo influenciam diretamente o feto.

O vínculo com seu bebê!Durante a gravidez, à medida que o bebê se desenvolve dentro de você, seu corpo inteiro muda. Mas os nove meses de gestação não servem apenas para dar tempo ao seu filho de crescer, ganhar peso e, assim, nascer saudável. Esse período também é uma chance de a mãe e a família se prepararem para a chegada de mais um integrante, assumirem novos papéis e, é claro, se conectarem a esse ser. “O vínculo é um processo sutil, que proporciona uma troca profunda, muito além da transmissão de nutrientes entre mãe e bebê”, explica Anna Maria Chiesa, professora do Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva da USP. Ao contrário do que se pensa, essa conexão tão especial entre mãe e filho não é natural e, sim, algo a ser construído e desenvolvido diariamente. “Trata-se de um ato social: a mãe se associa ao bebê colocando-o como um integrante do núcleo familiar”, explica a psicóloga Patrícia Bader, do Hospital São Luiz (SP).ADVERTISING  

É claro que a natureza dá uma ajudinha. Um estudo realizado por cientistas da Royal Holloway, universidade de Londres, constatou que mulheres grávidas tendem a usar mais o lado direito do cérebro, que corresponde ao controle das emoções. Para chegar a essa conclusão, foi realizado um teste com 19 gestantes no terceiro trimestre de gravidez e 20 novas mães que tinham dado à luz há cerca de 20 semanas. Ao mostrar a elas imagens de rostos em que metade da face tinha uma expressão neutra e a outra, uma emotiva, os pesquisadores verificaram qual dos dois lados do cérebro era mais ativado.

“Os resultados sugerem que, durante a gravidez, as mudanças na maneira como o órgão processa as emoções faciais assegura que as mães estejam neurologicamente preparadas para se vincularem ao bebê no nascimento”, explicou a líder da pesquisa, Victoria Bourne, do Departamento de Psicologia. É como se essas mulheres ficassem mais sensibilizadas pelo contato com expressões faciais. Desse modo, ver o rosto do bebê pela primeira vez – o que já é uma emoção e tanto! – geraria impacto ainda maior e estimularia a ligação a ele.

Diversas pesquisas já constataram também que ao ouvirem a voz da mãe, os recém-nascidos tendem a se acalmar: se movimentam menos e o ritmo cardíaco declina sensivelmente. Um estudo da Vanderbilt University de 2013 mostrou até que a voz materna pode ajudar prematuros a se alimentarem melhor. Em um experimento com 94 bebês, cientistas verificaram que esse som funcionava como uma espécie de recompensa para aqueles que estavam sugando a chupeta de modo correto (aprendendo, portanto, a se alimentarem sozinhos). “Estimulados pela voz materna, esses prematuros eram retirados dos tubos de oxigênio em menos tempo, reduziam sua estadia no hospital e ficavam menos estressados”, comenta uma das pesquisadoras do estudo Nathalie Maitre, Ph.D da Vanderbilt University, nos Estados Unidos. Tudo o que ocorre no corpo da mãe é captado pelo bebê. E não se trata apenas de fenômenos físicos, como sons, temperatura e luminosidade. Sentimentos de alegria e tristeza, euforia e raiva, calma e nervosismo influenciam diretamente o feto.

O vínculo com seu bebê!Vínculo extraútero

Pesquisas já constataram que altos níveis de estresse nas mães podem influenciar negativamente o bebê durante os primeiros meses de vida. Estudos recentes mostram que esses malefícios podem ser transmitidos já durante a vida uterina. Quando o nível de cortisol, hormônio associado ao estresse, está alto na corrente sanguínea da mãe, também é encontrado em maiores quantidades no líquido amniótico. Há pesquisas, inclusive, que associam essa experiência vivida pelo bebê no período intrauterino à maior disposição para desenvolver Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e também a níveis mais baixos de QI no futuro.

Cardápio das grávidas! Veja Agora!Verdades Reveladas

Cardápio das grávidas! Veja Agora!Verdades Reveladas .Pode parecer crendice popular ou conselho de avó zelosa, mas certos alimentos devem ser abolidos das refeições das gestantes durante os nove meses .

6-alimentos-para-cortar-do-cardapio-das-gravidas

Toda grávida sente muita fome, isso é fato! Cardápio das grávidas! Veja Agora!Verdades Reveladas!Mas na hora que o estômago roncar, tem que ficar de olho nos rótulos e, principalmente, nos ingredientes de cada produto. “Para manter uma gravidez saudável, opte por um cardápio variado com ingredientes frescos e selecionados, sem esquecer das proteínas, carboidrato e vitaminas”, orienta Fabianne Sabbag Corrêa, ginecologista obstetra do Hospital Maternidade São Luís, filha de Victoria e Arlindo.

Para fazer uma refeição gostosa e saudável, selecionamos 6 alimentos que devem ser minimizados ou abolidos das refeições durante a gestação.

1 – Fuja do sal – Alimentos conservados no sal ou com altor teor de sódio devem ser abolidos do cardápio das gestantes. Além de causar inchaço ou retenção de líquidos, esses produtos agravam o quadro de hipertensão, nas mulheres que já têm tendência.Cardápio das grávidas! Veja Agora!Verdades Reveladas.

2 – Cuidado com o mar!  – É melhor abolir do cardápio peixes, lagostas, camarões, lulas e todos os outros frutos do mar. Isso porque o mau preparo desses alimentos pode causar infecções. Fora esse problema, alguns peixes de rio estão contaminados com altor teor de mercúrio. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o valor permitido é de 0,5mg/kg, para adultos com 60 kgs. A ingestão dessa substância química, em excesso, causa danos cerebrais, tremores, aborto espontâneo e problemas no desenvolvimento do feto.

3 – Doce na medida – Não tem problema em substituir o açúcar por adoçantes, mas antes de fazer a troca, a gestante deve ler atentamente o rótulo desse produto. Para a especialista, os adoçantes que estão liberados são sucralose e stévia. “O uso dos adoçantes de sacarina e aspartame provoca má formação fetal, pois eles são teratogênicos, uma substância que altera a célula fetal”, explica.

4 – Cafeína, não! – Toda grávida sabe (ou deveria), mas não custa nada enfatizar que produtos a base de cafeína (café, chás, refrigerantes a base de cola, energéticos) são altamente estimulantes, além de poderem provocar taquicardia no bebê. Não se engane: cafés descafeinados contêm 30% de cafeína.5 – Ovo – Uma rica fonte de proteína. Esse alimento é ótimo e versátil para as mães que não consomem diariamente carne. Diferente dos outros alimentos, o ovo pode ser consumido com moderação. Mas com bastante atenção ao preparo, pois se não for preparado de forma correta pode causar infecção por salmonela.

6 – Carne crua – Se você gosta do churrasco pingando ou pelo menos vermelhinho, pode abrir mão durante 9 meses: as carnes mal passadas podem causar toxoplasmose, doença que traz riscos sérios ao bebê. Verduras e frutas também devem ser muito bem lavadas!

Cuidados durante a gravidez!Veja 28 dicas

cuidados DURANTE a gravidez

Cuidados durante a gravidez!Veja 28 dicas

Preparamos um guia com 28 dicas de matérias produzidas pela nossa equipe, que esclarecem os temas mais importantes sobre cuidados durante a gravidez. Assim, você terá em um único lugar informações úteis que precisa saber durante a gestação!

1. Geralmente, acreditamos que todo alimento natural é liberado na gravidez, mas isso não é verdade. 

2. Cuidados durante a gravidez!A retenção de líquidos durante os nove meses de gravidez  é um problema muito comum, principalmente durante a época de calor .

3. Não é só criança que precisa manter a carteirinha de vacinação em dia!

4. Durante a gestação, o risco de ter alergias é maior.Cuidados durante a gravidez!

5. Celulite, estrias, mancha e flacidez. Tudo isso pode aparecer depois que você fica grávida, mas existem soluções específicas para cada uma delas.

6. Você sabia que se a grávida exagerar no alho, o sabor do líquido amniótico se altera e o bebê sente? Imagens de ultrassom 4D mostram bebês fazendo caretas após provar fluido “temperado”. 

7. A primeira gravidez traz um sentimento que mistura felicidade, ansiedade e insegurança pela fase totalmente desconhecida que está por vir. E como é a mãe de segunda viagem? 

8. Uma pesquisa realizada pela revista americana “Parents” mostrou que 61% das mães admitiram estarem preocupadas em ganhar muito peso na gravidez. O  ganho de peso na gestação é inevitável e necessário! 

9. Câimbras fazem parte da rotina da maioria das grávidas. Elas são um problema na contração da fibra muscular e doem. 

10. Você sabia que a gravidez também traz benefícios para o corpo feminino? 

11. Nas consultas do pré-natal o médico nos orienta a tomar ácido fólico.  Mas quais são as vantagens para a mãe?

12. Durante a gestação, são poucos os remédios que a mulher pode tomar caso fique doente, para não afetar a saúde do bebê. Por isso, é preciso usar a alimentação para fortalecer a imunidade. 

13. O enjoo é um problema que pode surgir durante os três primeiros meses de gestação e incomoda a maioria das gestantes. Uma das dicas para amenizar o problema é comer um biscoito seco, do tipo água e sal, ao acordar.

14. No período da gestação, as mulheres praticamente tornam-se peritas em química e biologia, tentando memorizar todos os nutrientes necessários para se manterem saudáveis. Uma das vitaminas necessárias é a D.

15. Tatuagem na gravidez: pode ou não pode?

16. Cerca de 10% das gestantes são diagnosticadas com depressão. E como fica a questão do uso de antidepressivos de tarja preta durante a gravidez? 

17. Quando engravidamos sabemos a responsabilidade de tudo o que sentimos e consumimos afetar o nosso bebê. Mas você sabia que a alimentação na gravidez pode alterar o DNA da criança? 

18. Gravidez não é doença, mas sentimos diferentes sintomas que nos assustam, pois não sabemos se são comuns durante a gestação ou se indicam que existe algo errado. 

19. A preparação do corpo para dar à luz pode ser feita com a prática de exercícios bem simples, caso o seu médico certifique que você não tem nenhuma limitação ou contra-indicação. 

20. E quem diria que uma fruta poderia ser benéfica para as grávidas! Esse é o caso da pera, que tem fibras e uma alta quantidade de vitamina C. 

21. Um dos desejos que não podem e não devem ser realizados durante a gravidez é ingerir bebida alcoólica. 

22. Muitas mudanças na pele ocorrem durante a gravidez. Consultamos uma dermatologista que esclareceu as perguntas mais frequentes sobre o assunto. Uma delas é se as manchas que surgem durante a gravidez são permanentes

23.  Grávida pode viajar de avião? 

24. Existem 6 alimentos que as grávidas devem cortar do cardápio. 

25. Trombose na gravidez é assunto sério. Existem algumas formas bastante eficazes para prevenir as consequências mais sérias. 

26. A partir do segundo mês de gestação os problemas relacionados à circulação podem aparecer. 

27.Cuidados durante a gravidez! A cada movimento do bebê dentro da barriga, tentamos imaginar o que ele está fazendo. 

28. Todo mundo sabe que enjoo e inchaço fazem parte da rotina da maioria das grávidas. Mas sabiam que existem sintomas estranhos que as gestantes também sentem? Entre eles, há os problemas nasais, como congestão, sangramento e ronco.

Amamentar ! Veja as Dicas de ouro para quem quer

mamãe com bebê aprendendo a amamentar

A amamentação é saudável para o bebê e importante também para a mãe;

Dicas de ouro para quem quer amamentar!Com a chegada de um bebê, muitas mudanças ocorrem na rotina dos pais e na dinâmica da casa. Em especial no caso das mães, os desafios a serem enfrentados são variados. Mesmo sendo um processo completamente natural, a amamentação exige certa dedicação, para que, além de saudável para o bebê, seja um ato prazeroso para a mãe. Pensando nisso, trouxemos algumas dicas que podem ser muito valiosas para as mamães ou futuras mamães que desejam amamentar!

Conhecer os benefícios da amamentação saiba com amamentar!

A enfermeira e coordenadora do Programa Materno Infantil da Unimed Saúde, Gheisa Lopes, explica que os benefícios da amamentação são inúmeros, para o bebê e para a mãe. “O leite materno tem fatores de proteção, é rico em anticorpos e  protege o bebê contra infecções e alergias, por isso a criança adoece menos. A longo prazo, a amamentação está relacionada à redução do risco de obesidade, hipertensão arterial e diabetes, e contribui com o desenvolvimento cognitivo”, aponta Gheisa. A enfermeira fala ainda sobre as vantagens para a mãe que amamenta. “A mulher que amamenta tem menores chances de desenvolver câncer de útero, ovário e mama e volta mais rápido ao peso normal. A amamentação ainda fortalece o vínculo entre mãe e filho, coisa que a mamadeira não traz”, completa.

Ter apoio e incentivo

A profissional de saúde afirma que é fundamental o apoio dos familiares para que a mãe consiga amamentar. “Vários estudos comprovam que a mulher que tem apoio, amamenta por mais tempo. É importante sempre tentar envolver a família. No Curso de Gestantes da Unimed, trabalhamos muito o encorajamento. A mãe deve saber que é capaz de amamentar, apesar das dificuldades que podem aparecer”, comenta. 

Entender os desafios ao amamentar!

Inúmeros fatores podem fazer com que a mãe desista de amamentar, entre eles a dor ao oferecer a mama. A  enfermeira reforça que nestes casos é preciso buscar ajuda, pois a amamentação deve sempre ser indolor. 

amamentar o bebê é importante

 Entre os problemas mais comuns estão as fissuras mamilares, machucados no mamilo  que, segundo Gheisa, normalmente ocorrem devido à forma como o bebê abocanha o peito durante a mamada. “O correto é que ele pegue toda a aréola, não apenas o mamilo”, explica. Além disso, há também o risco de mastite, a inflamação das glândulas mamárias, que causa dores, inchaço e vermelhidão local. “A  mãe que tem grande produção de leite e não oferece a mama em livre demanda pode apresentar inflamação. Normalmente, acontece em uma das mamas.”, orienta. Para cada problema, a enfermeira destaca que há um tratamento específico. 

Prestar atenção às posições ao amamentar!

Em relação às posições para amamentar, de acordo com a enfermeira, o ideal é que mãe e bebê se sintam confortáveis. “Não existe nenhuma posição contraindicada, se é bom para a mãe e para o bebê, não há problema nenhum. O importante é que o bebê esteja de frente para a mãe, para fazer uma boa pega”, conclui Gheisa. Para ela, a posição tradicional, em que a mãe apoia o bebê com o braço, é a mais indicada, pois facilita a pega.

Cuidar da alimentação

Os cuidados com a alimentação também são necessários para as mamães que estão amamentando. Isso porque a qualidade do leite oferecido ao bebê está diretamente ligada aos hábitos alimentares da mãe e existem alguns alimentos que devem ser evitados.  Laticínios podem dar um pouquinho mais de cólica no bebê, assim como a pimenta, que tem ácido carboxílico, que também pode provocar cólicas. Alimentos estimulantes, como chocolate, café, chá preto, chá mate e bebida alcoólica, também não são indicados”, acrescenta.

Preparar a mama

A preparação das mamas para a amamentação deve ser pensada ainda durante a gestação. “O único preparo que a gente orienta e que é o banho de sol em aréola e mamilo”, ressalta. Outros produtos, como pomadas e bucha vegetal não precisam ser utilizados preventivamente. 

Sempre manter a tranquilidade

Por último, é essencial que a mãe se sinta à vontade para amamentar e mantenha a calma e a confiança, ainda que alguns imprevistos aconteçam no começo. “A nossa ideia, como mãe, é que o bebê passou nove meses completos dentro da barriga, aí ele vai nascer e vai mamar. Só que isso, muitas vezes, não acontece”, relata Gheisa.  Os fatores emocionais são cruciais para que a produção de leite da mãe consiga atender a demanda do bebê. “Para amamentar é preciso dois hormônios:  prolactina, responsável pela produção do leite, e ocitocina, que faz a ejeção do leite para o bebê sugar. A ocitocina só age quando a mãe está calma”, esclarece. Logo, o ambiente para amamentar deve ser um local onde a mãe se sinta tranquila e confortável. Com estas dicas para amamentar, o processo tende a ser muito mais simples e natural. Sem a ocorrência de um desmame precoce, e o bebê pode usufruir de todos os benefícios do aleitamento materno! Gostou do artigo? Compartilhe conosco sua opinião nos comentários.