Dicas Para Viajar Com o Bebê!Descubra Agora!

Dicas Para Viajar Com Bebês!

Dicas Para Viajar Com o Bebê!

Dicas Para Viajar Com o Bebê!Para obter o melhor de viagens em família, deixe seu bebê definir a agenda e o ritmo. Aqui estão algumas dicas para você começar

Dicas Para Viajar Com o Bebê! Alimente seu bebê

Dicas Para Viajar Com o Bebê!Manter tudo limpo e saudável

  • Toalhinhas umedecidas são essenciais em viagens. Elas são ótimas, não só para trocas de fraldas, mas também para limpar as mãos de todos, o que reduz o risco de passar infecções.
  • Antes e depois da troca de fralda em um lugar público, não se esqueça de limpar a área de troca.
  • Aproveite todas as efusividades e admiração que seu bebê inspira, mas faça o possível para mantê-lo longe de pessoas com resfriados ou outras infecções, bem como daqueles que estão fumando.

Dicas Para Viajar Com o Bebê! Descansar e dormir

...Dicas Para Viajar Com Bebês!
  • Coloque o seu bebê para dormir em sua cama portátil por algumas noites (ou alguns cochilos) antes de viajar, para que ele possa se acostumar com isso antes de pegar a estrada. Confira algumas dicas para fazer o seu bebê dormir!
  • Planeje muitos períodos de descanso para você e seu bebê.

Dicas Para Viajar Com o Bebê!Viagem de barco?

  • Se você estiver pensando em andar de barco com uma criança mais velha, traga um colete salva-vidas que você saiba que serve – não ’conte com encontrar o tamanho certo quando você chegar ao seu destino.

Viajar com um bebê pode ser mais fácil do que você imagina – prepare-se com antecedência, mantenha uma mente aberta e lembre-se de respeitar as necessidades ’do seu bebê. Deixe o seu bebê definir o ritmo!

Acostumada a viajar, mas agora com o novo integrante da família, bateu o receio? Fica calma! Viajar com bebê é moleza até mesmo para as mamães de primeira viagem.

A gente sabe que é difícil controlar a ansiedade na hora de planejar a primeira viagem em família, mas, assim como todas as outras, o segredo está no planejamento!

Neste post, nós vamos dar algumas dicas para viajar com bebê de avião para que nada dê errado e, no final, fiquem apenas as boas recordações.

Viajar com bebê: planejamento em todas as etapas da viagem

Viagem em família é o sonho de muita gente, principalmente se for para viajar com bebê, o mais novo integrante da família!

Mas só de pensar já bate o receio de como proceder no avião, para onde ir, quando ir, o que fazer e muito mais. Ainda não sabe por onde começar?

A seguir, você descobre tudo o que precisa saber para viajar com bebê, as regras de embarque, as melhores dicas e os destinos nacionais e internacionais baby-kid-friendly!

Dicas Para Viajar Com o Bebê!Com quantos meses um bebê pode viajar de avião?

Qual a melhor idade para viajar com bebê é uma das maiores dúvidas de quem vai quer se arriscar pela primeira vez com o filho, certo?

A idade mínima para embarcar é sete dias de vida na maioria das companhias aéreas. (exceto a cia. Avianca, que só permite o embarque de bebês após o 10° dia).

Ainda assim, os médicos recomendam que os pais só levem o bebê para viajar após completar três meses de idade.

Depois do primeiro trimestre de vida, o sistema imunológico das crianças já está mais forte e corre menos risco de contrair infecções ou doenças durante o voo.

E é também durante esse período que a criança toma todas as vacinas básicas para protegê-la e garante mais segurança e tranquilidade para enfrentar um passeio com o pequeno.

Em todo caso, a dica é consultar o pediatra do seu filho antes de qualquer viagem.

Dicas Para Viajar Com o Bebê!Bebês pagam pela passagem de avião?

como viajar com bebê de avião

As companhias aéreas podem cobrar passagem para os bebês, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

No entanto, se a criança tiver menos de dois anos de idade e não for ocupar um assento no avião, essa cobrança não deve ser superior a 10% do valor da passagem para um passageiro adulto.

Crianças maiores de dois anos precisam viajar em uma cadeirinha especial e utilizam assento, assim, é cobrado um valor de tarifa.

Normalmente, nesses casos o custo é menor do que as passagens para adultos e pode chegar em até 50% de desconto dependendo da cia. aérea.

Bebês têm direito a bagagem no avião?

Se você vai viajar com bebê recém-nascido ou menor de dois anos, não terá direito a bagagem no avião.

Isso porque provavelmente seu filho viajará em seu colo e apenas passageiros que ocupam assento tem direito à bagagem de mão.

O benefício que as companhias aéreas concedem para quem está viajando com bebê é o despacho do carrinho ou bebê conforto sem custos adicionais.

Você pode despachar o equipamento assim que for realizar o check-in junto com outras malas ou ficar com o carrinho no aeroporto até a hora do voo e entregar no portão de embarque.

Chegando em seu destino final, o carrinho ou bebê conforto aparecerá na esteira da sala de embarque.

Dicas para viajar com bebê

viajar com bebê criança

Não se preocupe! Viajar com bebê é um desafio! Parece difícil, mas não impossível!

Da hora de fazer a mala até o desembarque, sempre rola aquela ansiedade para que tudo dê certo, né?!

Para te ajudar, separamos algumas dicas essenciais para quem vai viajar com bebê. Confira!

Embarque prioritário

Quem vai viajar com bebê tem direito ao embarque prioritário assim como idosos e pessoas com deficiência.

No entanto, apenas pais com crianças menores de dois anos podem usar desse direito, crianças maiores devem aguardar normalmente junto com o adulto pagante para embarcar.

Já no momento do check-in, tanto o passageiro com bebê quanto o seu acompanhante, quando o caso, podem emitir o cartão de embarque no atendimento prioritário.

Atenção especial para os aeroportos internacionais! Nem sempre essa regra vale no exterior.

Documentos necessários para viajar com bebê

Atenção à documentação necessária para viajar com bebê!

Certidão de Nascimento ou qualquer outro documento de identificação deve ser apresentado para comprovar o grau de parentesco.

Para viagens com terceiros sem nenhum grau de parentesco com a criança, além de apresentar a Certidão de Nascimento, é exigido uma autorização de viagem autenticada.

Já para viajar com um dos pais ou terceiros até o terceiro grau de parentesco comprovado, a autorização não se faz necessária.

Dê preferência aos voos diretos

Se puder, escolha os voos diretos na hora de viajar com bebê!

Principalmente em viagens longas, em que ficamos mais de 4 horas dentro do avião, e costuma ser um voo cansativo até mesmo para passageiros adultos.

A opção do voo direto agrada por diminuir o tempo de espera do bebê e deixá-lo menos exausto.

Se seu voo não tiver a opção de voos diretos, considere passar um tempo no destino de conexão. Essa tática pode servir como respiro tanto para as crianças como para os pais.

Bebê a bordo: cuidados essenciais e precauções

Viajar com bebê nem sempre é uma tarefa fácil, até chegar ao destino é preciso muito jogo de cintura para driblar a ansiedade do pequeno – e dos pais também, né?!

Veja algumas coisas que você pode fazer para deixar esse momento mais tranquilo e agradável para você e seu filho!

Amamentação durante o voo

viajar com bebê amamentação alimentação

A fase mais fácil para viajar com bebê é quando ele ainda mama no peito!

Isso porque, dessa forma, você não precisa se preocupar com nada além de uma roupa prática e confortável para amamentar sempre que a criança estiver com fome.

Já se seu bebê tomar fórmula, você vai precisar levar o leite em pó. Leve a quantidade suficiente para o tempo de voo e não terá problema para embarcar.

Para levar a água, você pode esquentar antes de sair e colocar em uma garrafa térmica (atenção as regras para transporte de líquidos). Em algumas companhias aéreas, o recomendado é levar apenas a mistura e a própria irá disponibilizar o líquido.

Independente se o bebê mama no peito ou na mamadeira, coloque-o para mamar durante a decolagem ou aterrissagem.

Esse é o momento de maior desconforto para a criança já que ele pode sentir um pequeno incômodo no ouvido. O ato de sucção ameniza muito a dor!

Entretenimento e diversão

Uma da maiores dificuldades dos pais na hora de viajar com criança é o entretenimento. Afinal, como deixar um passeio longo menos cansativo para os pequenos?

Se seu bebê ainda é pequeno, possivelmente vai dormir durante grande parte – senão todo – o voo. E aí é só torcer para que no dia do embarque ele esteja tranquilo, sem cólicas, dores ou algo que posso causar incômodo durante o voo.

E nada de esquecer a toalhinha ou mantinha que seu bebê usa para dormir, hein? Mesmo em voos diurnos. O ideal é tentar quebrar a rotina que ele está acostumado a ter em casa.

Já para as crianças maiores, é hora de liberar os eletrônicos. Tablets e smartphones com vídeos, desenhos e filmes pode ser uma solução para entretê-los por mais tempo.

Livros para colorir, jogos, e o que mais a criança está habituada a brincar vai servir nesse momento. Vale até um brinquedo novo para distrai-los sem erro. Para os voos longos, leve mais opções de entretenimento pois a chance de ele se entediar é grande!

Como trocar as fraldas do bebê no avião

Pode parecer impossível fazer a troca de fraldas em um banheiro tão pequeno, né? Mas calma lá que para tudo tem jeito!

Se o voo for curto, tente trocar o bebê bem próximo da hora de embarcar, assim a chance de você ter que fazer outra troca é bem menor.

Já em voos mais longos, não tem jeito! Trocar o bebê acaba sendo necessário em algum momento.

Praticamente todas as aeronaves tem um fraldário em um dos banheiros e, apesar de pequenos, ajuda muito.

Se você está viajando com mais alguém fica tudo mais fácil. Mas caso esteja sozinha, basta pedir ajuda para uma comissária de bordo.

Qual o melhor destino para viajar com bebê?

destinos viajar com bebê

Viajar com criança é bom, para destinos kids-friendly é melhor ainda!

Sempre bate a dúvida de qual o destino ideal para viajar com bebê? Nós selecionamos os melhores lugares nacionais e internacionais para ter uma experiência perfeita.

Viajar com bebê pelo Brasil

Penha – Santa Catarina

Que tal levar seu bebê para ver a praia pela primeira vez?! Em Penha, Santa Catarina, a Praia da Penha faz sucesso com o mar cristalino e calmo.

Outra atração muito famosa para viajar com bebês e crianças é o Beto Carrero World, maior parque temático da América Latina.

O parque tem uma área para medir a altura das crianças e indicar (com uma pulseirinha colorida), em quais brinquedos ela pode se divertir.

E são várias áreas e brinquedos perfeitos para crianças e bebês. Eles vão adorar o passeio!

Gramado – Rio Grande do Sul

A Serra Gaúcha é um dos melhores destinos para viajar com a família!

Para quem quer fugir da convencional rota de praia e está planejando a viagem para o inverno, que tal programar para conhecer Gramado?

Por lá, você pode aproveitar os passeios e atrações infantis para se divertir, o Mini Mundo, Gramado Zoo, a Aldeia do Papai Noel e as fábricas de chocolate vão fazer a diversão da criançada!

Beach Park – Ceará

Nada melhor do que viajar com bebê para um destino com uma super infraestrutura, né?!

O Beach Park, complexo turístico no Ceará, garante a diversão das férias de adultos, crianças e bebês.

Para os mais velhos, os brinquedos mais radicais são o ponto alto do passeio. Mas para quem vai viajar com bebê, não precisa se preocupar, são muitas atrações perfeitas para as crianças pequenas.

Sem contar que você tem a facilidade de se hospedar no local e conta com a presença de vários salva vidas nas piscinas! Tranquilidade e segurança são as palavras de ordem da viagem, né?!

Viajar com bebê para o exterior

Buenos Aires – Argentina

Poucas horas de voo, não precisa de passaporte, cidade plana e arborizada… alguma dúvida que Buenos Aires é um dos melhores destinos para viajar com bebê?

Se você quer levar a criançada para uma primeira viagem internacional, a capital argentina é o lugar perfeito. Além da proximidade com o Brasil, o idioma mais fácil de entender é uma ajuda e tanto.

Na hora de montar o roteiro, atrações não vão faltar com as opções infantis. Entre as atrações mais visitadas estão o Museu de los Niños, Buenos Aires Polo Circo e Planetário Galileo Galilei.

Santiago – Chile

Já pensou em levar seu filho para conhecer a neve? Para isso não é preciso ir tão longe!

Em Santiago, você pode ter uma super viagem em família, com muitas atrações legais e especiais para todo tipo de viajante e de todas as idades.

É bom saber que se anda muito na capital chilena, então nada de deixar de fora o carrinho de bebê, hein?

Alguns passeios imperdíveis com a criançada são: o parque Kidzania, o Parque Bicentenário e o Valle Nevado.

Seguro viagem para viagens nacionais e internacionais

dicas viajar com bebê cuidados

Segurança é o item mais importante na hora de viajar com bebê.

Uma das preocupações dos pais é que seus filhos aproveitem muito o passeio. Afinal, e se acontecer algum contratempo, como saber o que fazer?

É para isso que existe o seguro viagem!

Sabemos que bebês e crianças precisam de cuidados extras e, com o seguro viagem, você pode viajar tranquila sabendo que seu filho terá toda a assistência necessária.

O seguro viagem para bebê não é mais caro nem mais barato do que o seguro viagem para um adulto. Mas, é importante prestar muita atenção na hora de contratar o serviço.

Alguns planos possuem um limite mínimo e máximo de idade para cobrir a pessoa. Assim, no momento de escolher o que irá contratar, veja se a faixa etária do plano atende sua necessidade.

Cuidados com o bebê: 15 perguntas e respostas

Cuidados com o bebê

Cuidados com o bebê!Como sei se ele está com cólica ou fome? Tem diferença no tipo de choro? Dúvidas e incertezas fazem parte do dia a dia das mamães leia o post e tenha suas respostas.

1. Qual a maneira correta de limpar o umbigo do recém-nascido?

Umedeça um cotonete (ou algodão) com álcool a 70% (adquirido em farmácia) e passe na superfície do curativo pelo menos três vezes ao dia. Tenha o cuidado de limpar todo o entorno do umbigo para evitar infecções. Continue fazendo a limpeza até três dias após a queda do umbigo.

2. Como sei se ele está com cólica ou fome? Tem diferença no tipo de choro?

O choro causado pelo desconforto das cólicas intestinais é diferente do da fome. Mas fique tranquila, pois, com o tempo e a convivência, você aprende a distinguir cada chorinho: fome, frio, sono, calor, xixi, fralda apertada, dor, mimo e assim por diante. No caso da cólica, considere que é uma situação transitória, mais frequente no fim da tarde e à noite. Em geral, as queixas começam na segunda semana de vida do bebê e cessam no quarto mês. É um choro intenso e súbito, que deixa a criança irritada e agitada até três horas por dia. Além disso, diferentemente do que acontece na fome, dar o peito não resolve.

3. O que posso fazer para aliviar as cólicas?

As cólicas são o resultado de um processo natural do desenvolvimento gastrointestinal da criança e que dura de três a quatro meses. Portanto, procure manter a calma diante do choro do seu bebê. A ansiedade do adulto só faz piorar a situação. Ambiente tranquilo e música suave são sempre bem-vindos. Banho morno (em posição fetal) também. O mesmo se aplica a compressas mornas na barriguinha com toalhas felpudas passadas a ferro. Elas têm um efeito analgésico (mas teste antes o calor da toalha em sua própria face). Outra dica: movimente as pernas do bebê, fazendo-o pedalar no ar. Esse exercício pode ajudá-lo a eliminar o excesso de gases. Procure ainda massagear a barriguinha do bebê no sentido horário. Agora, o mais importante é ter paciência e ter cuidados com o bebê para acalmar o aconchegando-o no colo, barriga com barriga, ou apoiado de bruços na extensão do seu antebraço. E atenção: oferecer chás entre as mamadas pode prejudicar a amamentação, além de não resolver as cólicas. Já os remédios “contra gases” têm pouca eficácia.

4. É verdade que a minha alimentação pode influenciar nas cólicas do bebê?

Esse é um tema ainda controverso. Faltam mais estudos científicos, mas existem relatos de que alguns alimentos ingeridos pela mãe deixam os bebês mais agitados. É o caso de chocolate, refrigerantes, café, alguns tipos de chá e até mesmo o próprio leite de vaca. Soja, trigo e nozes presentes na dieta da mãe também são suspeitos de provocar cólicas nos bebês.

5. O que faço para ter mais leite?

O leite materno é produzido sob demanda. Quanto mais o bebê suga, mais você o produz. Em outras palavras, confie na sua capacidade de amamentar e tudo ficará bem. Agora, para tornar essa tarefa ainda mais tranquila, existem algumas dicas básicas. Procure oferecer o peito com frequência, sempre que o bebê quiser, de dia e de noite, a qualquer hora. Livre demanda. Certifique-se de que ele está bem acomodado no seu colo e pegando o bico da mama corretamente. As duas mamas devem ser esvaziadas a cada mamada, alternando a ordem de início (comece uma mamada com o peito que terminou a última). Beba mais líquido (pelo menos de oito a dez copos por dia) e repouse entre as mamadas. Fuja do estresse, que atrapalha, e muito, o afluxo de leite. Sessões de relaxamento com massagens no dorso das costas costumam aliviar as tensões. A divisão das tarefas tanto da casa quanto do bebê também. No caso de bebês prematuros, que não podem mamar, faça você a ordenha. Isso ajuda a manter a produção. E ainda dá para fazer doações a bancos de leite.

6. Meu bebê quer mamar o tempo todo. Isso é normal?

Normalíssimo. O bebê mama, em média, a cada três horas, ou seja, de oito a dez vezes por dia. Alguns, porém, podem encurtar esses intervalos, ficando entre 12 e 15 mamadas em menos de 24 horas. É a maneira que eles têm de estimular a produção de leite e ajustá-la à sua necessidade de crescimento. Daí a importância de dar o peito sempre que o bebê requisitar. Ele sabe o quanto precisa.

7. Qual a posição correta de colocar o recém-nascido para dormir: de lado, de bruços?

O ideal é deixá-lo de lado ou de barriga para cima. Nessas posições, eles correm menos riscos de se engasgar com leite ou se asfixiar no travesseiro. O uso de almofadas em forma de triângulos para escorá-los não tem contraindicação. Mas evite colchões muito macios, cobertores fofos e mantas grossas. Além disso, o ambiente deve ser arejado e as roupas da criança adequadas.

8. Toda vez que dou de mamar, preciso fazer o bebê arrotar?

É muito importante colocar o bebê para arrotar após cada mamada (fazendo isso, você previne que ele regurgite e, pior, engasgue com o leite). Mas isso não significa que ele vai, de fato, soltar os gases do estômago. Algumas vezes, o bebê simplesmente não arrota. Seja como for, mantenha o ritual do arroto, posicionando o pequeno junto ao ombro, na vertical, e dando tapinhas sutis em suas costas. Só assim você dará à criança a oportunidade de eliminar o ar que engoliu – que pode vir acompanhado de leite. Agora, se ele não arrotar entre 20 e 30 minutos, tudo bem. Por precaução, procure apenas colocá-lo no berço de barriguinha para cima com a cabeceira suspensa. Importante: bebês que mamam em mamadeiras merecem atenção redobrada no quesito arroto, uma vez que costumam engolir mais ar por causa das diferenças entre os bicos.

9. Qual o melhor momento para furar a orelha da minha filha?

Não existe um prazo preestabelecido. Alguns afirmam que o brinco já pode ser colocado logo que o bebê sai da maternidade.

10. Como faço para desentupir o nariz do bebê?

Limpe as narinas do bebê com soro fisiológico. Ele deve ser aplicado com um conta-gotas ou spray nasal. Inaladores e umidificadores também são bastante eficazes, principalmente se o ar estiver muito seco. E atenção: jamais tente introduzir cotonetes no nariz de um recém-nascido, pois os canais são estreitos e podem sofrer lesões. O mais indicado nesse caso são bombinhas manuais de sucção, aquelas que parecem uma pera.

11. Vou voltar a trabalhar, mas meu bebê só aceita mamar no peito. O que faço?

Cuidados com o bebê!Salvo exceções, o bebê deve ser alimentado exclusivamente pelo leite da mãe até os 6 meses de idade. E o ideal é que ele mame diretamente no peito. Agora, se você precisa voltar ao trabalho antes disso, existem opções. A primeira delas é interromper seus afazeres para dar de mamar para a criança. Uma segunda alternativa é ordenhar o próprio leite e deixá-lo armazenado na geladeira antes de sair de casa (24 horas na geladeira ou 30 dias no congelador). Aqui é importante procurar a ajuda de profissionais de saúde para aprender a retirar o leite e oferecê-lo ao bebê pela técnica do copinho. A mamadeira pode fazer com que a criança largue o peito antes do tempo desejado. Por fim, para crianças acima de 6 meses, as papinhas podem e devem ser introduzidas esses cuidados com o bebê são importantes.

12. Como sei que meu bebê tem refluxo?

O refluxo é mais comum entre bebês prematuros, mas também acomete os “nascidos a termo” (esse é o nome técnico). Vômitos após as mamadas (leite in natura), perda de peso, irritação, tosse e sono agitado durante a noite podem sugerir o refluxo. Se for esse o caso do seu filho, consulte o pediatra dele para confirmar o diagnóstico. Agora, se a criança dá apenas algumas golfadas porque mamou muito ou não arrotou direito, não se preocupe, pois isso é normal. Mesmo porque, a válvula que impede a volta do leite ainda é imatura.

13. Meu filho dorme bem durante o dia e passa a noite acordado e chorando. Como faço para mudar esse hábito?

Tenha paciência. Ele provavelmente adquiriu esse hábito porque se acostumou com a presença de alguém sempre por perto para acalmá-lo à noite. É importante que o bebê só mame quando tiver fome. Se a cada grunhido os pais se levantam, fazem barulho ou acendem luzes, a tendência é que a criança desperte mesmo. Pior ainda se oferecerem chazinho ou pegarem no colo. Tente deixar o pequeno choramingar um pouco – às vezes, o sono logo volta.Cuidados com o bebê e porém, se seu filho trocou os horários de vez, é preciso fazê-lo entender que existe dia e noite. Pelas manhãs e à tarde, deixe janelas abertas para o sol entrar e o ar circular, sobretudo durante o sono. Nesses períodos, desperte a criança para que ela mame a cada três horas e faça com que fique acordada por algum tempo. No horário noturno, apague luzes, explique brandamente que chegou a hora do sono e resista à tentação de se levantar a cada 15 minutos só porque o bebê emitiu algum som. E tenha calma para tirar a mamada da madrugada. Faça isso aos poucos.

14. Com quantos meses posso colocar meu bebê na piscina?

Por prudência, espere pelo menos até o terceiro mês de vida, quando o bebê já terá completado o primeiro ciclo de vacinação. Mas inspecione as condições da piscina. O ideal é que o tratamento da água seja feito à base de sal e não de cloro – que pode ser prejudicial para a pele da criança em dosagens erradas. Observe os cuidados com o bebê a limpeza tanto da água quanto de bordas e demais superfícies. E verifique se a temperatura é confortável, entre 30 e 32 graus. O pH da água é outro item a ser considerado. Ele deve girar em torno de 7,2 para evitar que os olhos do bebê ardam durante os mergulhos. Por fim, tome cuidado com correntes de ar frio ao retirar o bebê da piscina. Agasalhe-o logo, protegendo principalmente ouvidos, peito, costas e cabeça.

15. Eu e meu marido nos separamos. Isso pode prejudicar de alguma forma nosso bebê?

É claro que o bebê sente. Toda separação gera estresse, e a instabilidade emocional do casal afeta a criança. Mas se o filho se sentir amparado nesse processo, os danos costumam ser mais amenos, principalmente ao se comparar aos prejuízos causados por um casamento sem futuro mantido somente por causa dele. Portanto, o mais importante é que o bebê se sinta amado de forma incondicional pelo pai e pela mãe, se estiverem juntos ou separados e aumentar os cuidados com o bebê.

Como superar as dificuldades da amamentação?

Como superar as dificuldades da amamentação?

Como superar as dificuldades da amamentação? Não basta instinto materno. É preciso orientação, apoio e muita informação para oferecer ao bebê o alimento mais completo que existe.

Escolher amamentar é um ato de bravura. É preciso paciência, força de vontade, determinação e muita dedicação. Mas desistir nunca foi uma possibilidade para a analista de pricing Daniele da Silva Pizani, 30. Ela saiu da maternidade com a indicação de um bico de silicone para auxiliar na pega correta, mas, na visita ao pediatra após oito dias, descobriu que seu filho, Ricardo, hoje com 1 ano e 6 meses, havia perdido peso. “Chorei ao sair do consultório e passei na farmácia para comprar fórmula, com dor no coração. Depois da introdução da mamadeira, ele chorava toda vez que eu tentava dar o peito, não aceitava mais”, lembra.

Foi quando começou a luta pela amamentação.Como superar as dificuldades da amamentação? Após frequentar um banco de leite, tentando amamentar sem sucesso, com a produção bem reduzida e sem apoio para continuar, Daniele tentou a translactação. “Começou a dar certo, pois, como o leite vinha em quantidade, ele mamava. Mas isso durou apenas uns três dias e ele, novamente, chorava quando eu tentava”, recorda.

Daniele, então, deu a cartada final. “No dia em que Ricardo completou 38 dias, acordei determinada a não dar a mamadeira. Ele e eu choramos muito, mas fui firme com o propósito, até que ele pegou o peito. Nesse dia, ele mamou por cinco horas. Eu deixei, com medo de tirá-lo do peito e ele não pegar novamente.

Quando finalmente ele largou, o peito já estava rachado, sangrando. Eu esperava receber uma palavra de conforto do meu esposo, mas o que escutei foi ‘não era o que você queria? Agora aguenta’”. Foi o que Daniele fez. Passou o próprio leite no bico do seio para ajudar na cicatrização, pegou o jeito e amamenta Ricardo até hoje.

A falta de apoio enfrentada por Daniele é uma das principais causas do desmame precoce apontadas pela enfermeira e consultora em amamentação Silvia Briani. “A mulher precisa ter uma rede de apoio para acionar em caso de necessidade, desde questões práticas, como limpeza e comida em casa, até para acolhimento emocional. Principalmente da família, cujo apoio real e motivacional tem um grande peso”, explica a criadora do projeto Escola de Peito, que prepara as instituições de ensino infantil para serem um local confiável, de referência no assunto e com qualidade para continuar a promover o aleitamento materno.

Como superar as dificuldades da amamentação?Na opinião de Silvia, buscar informação de qualidade durante a gestação é o melhor e o único “preparo” necessário para amamentar, mas é fundamental contar com uma rede de profissionais que sejam comprometidos com a amamentação, que possam orientar a puérpera nas questões práticas, como a pega correta, as posições para amamentar, o que fazer em caso de rachaduras, e, principalmente, que incentivem a livre demanda.

“Isso significa que o bebê não tem horários para mamar, apenas quando sentir fome. É ele quem decide quando e por quanto tempo vai ficar no seio e se ele quer mamar um ou dois seios”, explica.

Não foi o caso da publicitária Sabrina Pierangeli Gonçalves, 35 anos. Seu filho mais velho, Matheus, que hoje estaria com 7 anos – ele faleceu aos 4 –, nasceu com a língua presa, o que dificultava a sucção. O pediatra orientou que o bebê deveria mamar por apenas 20 minutos, 10 em cada seio. “Como ele tinha dificuldade em sugar, não mamava o suficiente e não ganhava peso. Logo que entrou a mamadeira, ele passou a mamar cada vez menos no seio até que o largou”, lembra.

Mas Sabrina não conseguiu digerir esse desmame precoce e, assim que soube que estava grávida de Valentin, hoje com 1 ano e 5 meses, buscou informação e um pediatra que fosse amigo da amamentação. “O grande diferencial foi o apoio do profissional, que colocou o bebê para mamar no peito assim que nasceu. Ele ficou desde o momento do nascimento até por cerca de quatro horas depois peladinho, deitado sobre meu peito nu”, conta.

Apesar de o bebê ter mamado na primeira hora de vida, com contato pele a pele – dois grandes aliados da amamentação –, Sabrina enfrentou problemas para amamentar em casa. Os seios ficavam cheios e o bebê tinha dificuldades para mamar. O pediatra foi sua salvação.

“Ele me indicou uma fonoaudióloga especialista em amamentação. Ela foi em casa e me ensinou a tirar o excesso de leite com a bombinha elétrica – e doar – para que Valentin pudesse pegar melhor. Também fui orientada a amamentar em lugar apropriado, sozinha ou com música suave, com calma e pelo tempo que o bebê quisesse, em livre demanda. Com uns 20 dias, o peito já estava curado, a pega, correta, e a produção de leite, regularizada”, comemora Sabrina, que por diversas vezes foi desacreditada pela família, mas não abriu mão de sua escolha.

“Ouvi coisas como: sua mãe, suas tias, suas primas, nenhuma delas amamentou, então, você também não vai conseguir.” Estavam errados. Valentin mamou exclusivamente no peito até os 6 meses e, depois, a amamentação junto com a introdução alimentar foi até os 10 meses. Aos 14 meses, ele desmamou naturalmente.

Amamentar é possível

Que bom seria se a amamentação fosse “plug and play”. Mas muitas mulheres passam por dificuldades, como a pega e as fissuras nos mamilos. “Entender a pega correta é a chave para o sucesso”, afirma Patricia Scalon, consultora e enfermeira do Grupo de Apoio ao Aleitamento Materno (Gaam) da Maternidade São Luiz Itaim.Como superar as dificuldades da amamentação?

A pega incorreta pode levar à lesão do mamilo e causar dor durante a amamentação. Algumas dicas são importantes. “A mãe deve segurar a mama em ‘C’, mas deixando a auréola livre, e tocar o mamilo no lábio superior do bebê para que ele abra bem a boca e abaixe bem a língua.

Além do mamilo, o bebê deve abocanhar parte da aréola. O queixo do bebê deve tocar a mama, o nariz deve estar livre e os lábios, curvados para fora”, explica Patricia. Alguns sinais de pega incorreta: “covas” na bochecha durante a sucção, barulho de estalos, mamilo amassado no final da mamada e dor.

Se mesmo assim a mama rachar, siga estas dicas: passe o leite nos mamilos após as mamadas; inicie a amamentação pela mama menos dolorida; evite o uso de protetores; faça banho de sol antes das 10 horas ou após as 16 horas, por 15 minutos, sem uso de pomada para evitar queimaduras na pele.

Os desafios são muitos, mas, se a sua escolha for amamentar, não dê ouvidos às opiniões alheias – acredite, seu leite não é fraco! – e encare o desafio. Com informação, orientação e apoio, amamentar é possível, e essa escolha fará toda diferença na saúde física e emocional do seu filho.

Confira a seguir o vídeo que conta a história de Denise, que também teve dificuldades mas aprendeu a amamentar sem nenhuma dor.

O vínculo com seu bebê começa antes dele nascer!

Resultado de imagem para bebe e sua mamãe

O vínculo com seu bebê!A conexão entre a mãe e a criança pode fazer a diferença na hora do parto (e a vida toda!). Saiba o que você pode fazer desde já:

Durante a gravidez, à medida que o bebê se desenvolve dentro de você, seu corpo inteiro muda. Mas os nove meses de gestação não servem apenas para dar tempo ao seu filho de crescer, ganhar peso e, assim, nascer saudável. Esse período também é uma chance de a mãe e a família se prepararem para a chegada de mais um integrante, assumirem novos papéis e, é claro, se conectarem a esse ser. “O vínculo é um processo sutil, que proporciona uma troca profunda, muito além da transmissão de nutrientes entre mãe e bebê”, explica Anna Maria Chiesa, professora do Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva da USP. Ao contrário do que se pensa, essa conexão tão especial entre mãe e filho não é natural e, sim, algo a ser construído e desenvolvido diariamente. “Trata-se de um ato social: a mãe se associa ao bebê colocando-o como um integrante do núcleo familiar”, explica a psicóloga Patrícia Bader, do Hospital São Luiz (SP).ADVERTISING  

É claro que a natureza dá uma ajudinha. Um estudo realizado por cientistas da Royal Holloway, universidade de Londres, constatou que mulheres grávidas tendem a usar mais o lado direito do cérebro, que corresponde ao controle das emoções. Para chegar a essa conclusão, foi realizado um teste com 19 gestantes no terceiro trimestre de gravidez e 20 novas mães que tinham dado à luz há cerca de 20 semanas. Ao mostrar a elas imagens de rostos em que metade da face tinha uma expressão neutra e a outra, uma emotiva, os pesquisadores verificaram qual dos dois lados do cérebro era mais ativado.

“Os resultados sugerem que, durante a gravidez, as mudanças na maneira como o órgão processa as emoções faciais assegura que as mães estejam neurologicamente preparadas para se vincularem ao bebê no nascimento”, explicou a líder da pesquisa, Victoria Bourne, do Departamento de Psicologia. É como se essas mulheres ficassem mais sensibilizadas pelo contato com expressões faciais. Desse modo, ver o rosto do bebê pela primeira vez – o que já é uma emoção e tanto! – geraria impacto ainda maior e estimularia a ligação a ele.

Diversas pesquisas já constataram também que ao ouvirem a voz da mãe, os recém-nascidos tendem a se acalmar: se movimentam menos e o ritmo cardíaco declina sensivelmente. Um estudo da Vanderbilt University de 2013 mostrou até que a voz materna pode ajudar prematuros a se alimentarem melhor. Em um experimento com 94 bebês, cientistas verificaram que esse som funcionava como uma espécie de recompensa para aqueles que estavam sugando a chupeta de modo correto (aprendendo, portanto, a se alimentarem sozinhos). “Estimulados pela voz materna, esses prematuros eram retirados dos tubos de oxigênio em menos tempo, reduziam sua estadia no hospital e ficavam menos estressados”, comenta uma das pesquisadoras do estudo Nathalie Maitre, Ph.D da Vanderbilt University, nos Estados Unidos. Tudo o que ocorre no corpo da mãe é captado pelo bebê. E não se trata apenas de fenômenos físicos, como sons, temperatura e luminosidade. Sentimentos de alegria e tristeza, euforia e raiva, calma e nervosismo influenciam diretamente o feto.

O vínculo com seu bebê!Durante a gravidez, à medida que o bebê se desenvolve dentro de você, seu corpo inteiro muda. Mas os nove meses de gestação não servem apenas para dar tempo ao seu filho de crescer, ganhar peso e, assim, nascer saudável. Esse período também é uma chance de a mãe e a família se prepararem para a chegada de mais um integrante, assumirem novos papéis e, é claro, se conectarem a esse ser. “O vínculo é um processo sutil, que proporciona uma troca profunda, muito além da transmissão de nutrientes entre mãe e bebê”, explica Anna Maria Chiesa, professora do Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva da USP. Ao contrário do que se pensa, essa conexão tão especial entre mãe e filho não é natural e, sim, algo a ser construído e desenvolvido diariamente. “Trata-se de um ato social: a mãe se associa ao bebê colocando-o como um integrante do núcleo familiar”, explica a psicóloga Patrícia Bader, do Hospital São Luiz (SP).ADVERTISING  

É claro que a natureza dá uma ajudinha. Um estudo realizado por cientistas da Royal Holloway, universidade de Londres, constatou que mulheres grávidas tendem a usar mais o lado direito do cérebro, que corresponde ao controle das emoções. Para chegar a essa conclusão, foi realizado um teste com 19 gestantes no terceiro trimestre de gravidez e 20 novas mães que tinham dado à luz há cerca de 20 semanas. Ao mostrar a elas imagens de rostos em que metade da face tinha uma expressão neutra e a outra, uma emotiva, os pesquisadores verificaram qual dos dois lados do cérebro era mais ativado.

“Os resultados sugerem que, durante a gravidez, as mudanças na maneira como o órgão processa as emoções faciais assegura que as mães estejam neurologicamente preparadas para se vincularem ao bebê no nascimento”, explicou a líder da pesquisa, Victoria Bourne, do Departamento de Psicologia. É como se essas mulheres ficassem mais sensibilizadas pelo contato com expressões faciais. Desse modo, ver o rosto do bebê pela primeira vez – o que já é uma emoção e tanto! – geraria impacto ainda maior e estimularia a ligação a ele.

Diversas pesquisas já constataram também que ao ouvirem a voz da mãe, os recém-nascidos tendem a se acalmar: se movimentam menos e o ritmo cardíaco declina sensivelmente. Um estudo da Vanderbilt University de 2013 mostrou até que a voz materna pode ajudar prematuros a se alimentarem melhor. Em um experimento com 94 bebês, cientistas verificaram que esse som funcionava como uma espécie de recompensa para aqueles que estavam sugando a chupeta de modo correto (aprendendo, portanto, a se alimentarem sozinhos). “Estimulados pela voz materna, esses prematuros eram retirados dos tubos de oxigênio em menos tempo, reduziam sua estadia no hospital e ficavam menos estressados”, comenta uma das pesquisadoras do estudo Nathalie Maitre, Ph.D da Vanderbilt University, nos Estados Unidos. Tudo o que ocorre no corpo da mãe é captado pelo bebê. E não se trata apenas de fenômenos físicos, como sons, temperatura e luminosidade. Sentimentos de alegria e tristeza, euforia e raiva, calma e nervosismo influenciam diretamente o feto.

O vínculo com seu bebê!Vínculo extraútero

Pesquisas já constataram que altos níveis de estresse nas mães podem influenciar negativamente o bebê durante os primeiros meses de vida. Estudos recentes mostram que esses malefícios podem ser transmitidos já durante a vida uterina. Quando o nível de cortisol, hormônio associado ao estresse, está alto na corrente sanguínea da mãe, também é encontrado em maiores quantidades no líquido amniótico. Há pesquisas, inclusive, que associam essa experiência vivida pelo bebê no período intrauterino à maior disposição para desenvolver Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e também a níveis mais baixos de QI no futuro.

Cardápio das grávidas! Veja Agora!Verdades Reveladas

Cardápio das grávidas! Veja Agora!Verdades Reveladas .Pode parecer crendice popular ou conselho de avó zelosa, mas certos alimentos devem ser abolidos das refeições das gestantes durante os nove meses .

6-alimentos-para-cortar-do-cardapio-das-gravidas

Toda grávida sente muita fome, isso é fato! Cardápio das grávidas! Veja Agora!Verdades Reveladas!Mas na hora que o estômago roncar, tem que ficar de olho nos rótulos e, principalmente, nos ingredientes de cada produto. “Para manter uma gravidez saudável, opte por um cardápio variado com ingredientes frescos e selecionados, sem esquecer das proteínas, carboidrato e vitaminas”, orienta Fabianne Sabbag Corrêa, ginecologista obstetra do Hospital Maternidade São Luís, filha de Victoria e Arlindo.

Para fazer uma refeição gostosa e saudável, selecionamos 6 alimentos que devem ser minimizados ou abolidos das refeições durante a gestação.

1 – Fuja do sal – Alimentos conservados no sal ou com altor teor de sódio devem ser abolidos do cardápio das gestantes. Além de causar inchaço ou retenção de líquidos, esses produtos agravam o quadro de hipertensão, nas mulheres que já têm tendência.Cardápio das grávidas! Veja Agora!Verdades Reveladas.

2 – Cuidado com o mar!  – É melhor abolir do cardápio peixes, lagostas, camarões, lulas e todos os outros frutos do mar. Isso porque o mau preparo desses alimentos pode causar infecções. Fora esse problema, alguns peixes de rio estão contaminados com altor teor de mercúrio. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o valor permitido é de 0,5mg/kg, para adultos com 60 kgs. A ingestão dessa substância química, em excesso, causa danos cerebrais, tremores, aborto espontâneo e problemas no desenvolvimento do feto.

3 – Doce na medida – Não tem problema em substituir o açúcar por adoçantes, mas antes de fazer a troca, a gestante deve ler atentamente o rótulo desse produto. Para a especialista, os adoçantes que estão liberados são sucralose e stévia. “O uso dos adoçantes de sacarina e aspartame provoca má formação fetal, pois eles são teratogênicos, uma substância que altera a célula fetal”, explica.

4 – Cafeína, não! – Toda grávida sabe (ou deveria), mas não custa nada enfatizar que produtos a base de cafeína (café, chás, refrigerantes a base de cola, energéticos) são altamente estimulantes, além de poderem provocar taquicardia no bebê. Não se engane: cafés descafeinados contêm 30% de cafeína.5 – Ovo – Uma rica fonte de proteína. Esse alimento é ótimo e versátil para as mães que não consomem diariamente carne. Diferente dos outros alimentos, o ovo pode ser consumido com moderação. Mas com bastante atenção ao preparo, pois se não for preparado de forma correta pode causar infecção por salmonela.

6 – Carne crua – Se você gosta do churrasco pingando ou pelo menos vermelhinho, pode abrir mão durante 9 meses: as carnes mal passadas podem causar toxoplasmose, doença que traz riscos sérios ao bebê. Verduras e frutas também devem ser muito bem lavadas!

Cuidados durante a gravidez!Veja 28 dicas

cuidados DURANTE a gravidez

Cuidados durante a gravidez!Veja 28 dicas

Preparamos um guia com 28 dicas de matérias produzidas pela nossa equipe, que esclarecem os temas mais importantes sobre cuidados durante a gravidez. Assim, você terá em um único lugar informações úteis que precisa saber durante a gestação!

1. Geralmente, acreditamos que todo alimento natural é liberado na gravidez, mas isso não é verdade. 

2. Cuidados durante a gravidez!A retenção de líquidos durante os nove meses de gravidez  é um problema muito comum, principalmente durante a época de calor .

3. Não é só criança que precisa manter a carteirinha de vacinação em dia!

4. Durante a gestação, o risco de ter alergias é maior.Cuidados durante a gravidez!

5. Celulite, estrias, mancha e flacidez. Tudo isso pode aparecer depois que você fica grávida, mas existem soluções específicas para cada uma delas.

6. Você sabia que se a grávida exagerar no alho, o sabor do líquido amniótico se altera e o bebê sente? Imagens de ultrassom 4D mostram bebês fazendo caretas após provar fluido “temperado”. 

7. A primeira gravidez traz um sentimento que mistura felicidade, ansiedade e insegurança pela fase totalmente desconhecida que está por vir. E como é a mãe de segunda viagem? 

8. Uma pesquisa realizada pela revista americana “Parents” mostrou que 61% das mães admitiram estarem preocupadas em ganhar muito peso na gravidez. O  ganho de peso na gestação é inevitável e necessário! 

9. Câimbras fazem parte da rotina da maioria das grávidas. Elas são um problema na contração da fibra muscular e doem. 

10. Você sabia que a gravidez também traz benefícios para o corpo feminino? 

11. Nas consultas do pré-natal o médico nos orienta a tomar ácido fólico.  Mas quais são as vantagens para a mãe?

12. Durante a gestação, são poucos os remédios que a mulher pode tomar caso fique doente, para não afetar a saúde do bebê. Por isso, é preciso usar a alimentação para fortalecer a imunidade. 

13. O enjoo é um problema que pode surgir durante os três primeiros meses de gestação e incomoda a maioria das gestantes. Uma das dicas para amenizar o problema é comer um biscoito seco, do tipo água e sal, ao acordar.

14. No período da gestação, as mulheres praticamente tornam-se peritas em química e biologia, tentando memorizar todos os nutrientes necessários para se manterem saudáveis. Uma das vitaminas necessárias é a D.

15. Tatuagem na gravidez: pode ou não pode?

16. Cerca de 10% das gestantes são diagnosticadas com depressão. E como fica a questão do uso de antidepressivos de tarja preta durante a gravidez? 

17. Quando engravidamos sabemos a responsabilidade de tudo o que sentimos e consumimos afetar o nosso bebê. Mas você sabia que a alimentação na gravidez pode alterar o DNA da criança? 

18. Gravidez não é doença, mas sentimos diferentes sintomas que nos assustam, pois não sabemos se são comuns durante a gestação ou se indicam que existe algo errado. 

19. A preparação do corpo para dar à luz pode ser feita com a prática de exercícios bem simples, caso o seu médico certifique que você não tem nenhuma limitação ou contra-indicação. 

20. E quem diria que uma fruta poderia ser benéfica para as grávidas! Esse é o caso da pera, que tem fibras e uma alta quantidade de vitamina C. 

21. Um dos desejos que não podem e não devem ser realizados durante a gravidez é ingerir bebida alcoólica. 

22. Muitas mudanças na pele ocorrem durante a gravidez. Consultamos uma dermatologista que esclareceu as perguntas mais frequentes sobre o assunto. Uma delas é se as manchas que surgem durante a gravidez são permanentes

23.  Grávida pode viajar de avião? 

24. Existem 6 alimentos que as grávidas devem cortar do cardápio. 

25. Trombose na gravidez é assunto sério. Existem algumas formas bastante eficazes para prevenir as consequências mais sérias. 

26. A partir do segundo mês de gestação os problemas relacionados à circulação podem aparecer. 

27.Cuidados durante a gravidez! A cada movimento do bebê dentro da barriga, tentamos imaginar o que ele está fazendo. 

28. Todo mundo sabe que enjoo e inchaço fazem parte da rotina da maioria das grávidas. Mas sabiam que existem sintomas estranhos que as gestantes também sentem? Entre eles, há os problemas nasais, como congestão, sangramento e ronco.

Amamentar ! Veja as Dicas de ouro para quem quer

mamãe com bebê aprendendo a amamentar

A amamentação é saudável para o bebê e importante também para a mãe;

Dicas de ouro para quem quer amamentar!Com a chegada de um bebê, muitas mudanças ocorrem na rotina dos pais e na dinâmica da casa. Em especial no caso das mães, os desafios a serem enfrentados são variados. Mesmo sendo um processo completamente natural, a amamentação exige certa dedicação, para que, além de saudável para o bebê, seja um ato prazeroso para a mãe. Pensando nisso, trouxemos algumas dicas que podem ser muito valiosas para as mamães ou futuras mamães que desejam amamentar!

Conhecer os benefícios da amamentação saiba com amamentar!

A enfermeira e coordenadora do Programa Materno Infantil da Unimed Saúde, Gheisa Lopes, explica que os benefícios da amamentação são inúmeros, para o bebê e para a mãe. “O leite materno tem fatores de proteção, é rico em anticorpos e  protege o bebê contra infecções e alergias, por isso a criança adoece menos. A longo prazo, a amamentação está relacionada à redução do risco de obesidade, hipertensão arterial e diabetes, e contribui com o desenvolvimento cognitivo”, aponta Gheisa. A enfermeira fala ainda sobre as vantagens para a mãe que amamenta. “A mulher que amamenta tem menores chances de desenvolver câncer de útero, ovário e mama e volta mais rápido ao peso normal. A amamentação ainda fortalece o vínculo entre mãe e filho, coisa que a mamadeira não traz”, completa.

Ter apoio e incentivo

A profissional de saúde afirma que é fundamental o apoio dos familiares para que a mãe consiga amamentar. “Vários estudos comprovam que a mulher que tem apoio, amamenta por mais tempo. É importante sempre tentar envolver a família. No Curso de Gestantes da Unimed, trabalhamos muito o encorajamento. A mãe deve saber que é capaz de amamentar, apesar das dificuldades que podem aparecer”, comenta. 

Entender os desafios ao amamentar!

Inúmeros fatores podem fazer com que a mãe desista de amamentar, entre eles a dor ao oferecer a mama. A  enfermeira reforça que nestes casos é preciso buscar ajuda, pois a amamentação deve sempre ser indolor. 

amamentar o bebê é importante

 Entre os problemas mais comuns estão as fissuras mamilares, machucados no mamilo  que, segundo Gheisa, normalmente ocorrem devido à forma como o bebê abocanha o peito durante a mamada. “O correto é que ele pegue toda a aréola, não apenas o mamilo”, explica. Além disso, há também o risco de mastite, a inflamação das glândulas mamárias, que causa dores, inchaço e vermelhidão local. “A  mãe que tem grande produção de leite e não oferece a mama em livre demanda pode apresentar inflamação. Normalmente, acontece em uma das mamas.”, orienta. Para cada problema, a enfermeira destaca que há um tratamento específico. 

Prestar atenção às posições ao amamentar!

Em relação às posições para amamentar, de acordo com a enfermeira, o ideal é que mãe e bebê se sintam confortáveis. “Não existe nenhuma posição contraindicada, se é bom para a mãe e para o bebê, não há problema nenhum. O importante é que o bebê esteja de frente para a mãe, para fazer uma boa pega”, conclui Gheisa. Para ela, a posição tradicional, em que a mãe apoia o bebê com o braço, é a mais indicada, pois facilita a pega.

Cuidar da alimentação

Os cuidados com a alimentação também são necessários para as mamães que estão amamentando. Isso porque a qualidade do leite oferecido ao bebê está diretamente ligada aos hábitos alimentares da mãe e existem alguns alimentos que devem ser evitados.  Laticínios podem dar um pouquinho mais de cólica no bebê, assim como a pimenta, que tem ácido carboxílico, que também pode provocar cólicas. Alimentos estimulantes, como chocolate, café, chá preto, chá mate e bebida alcoólica, também não são indicados”, acrescenta.

Preparar a mama

A preparação das mamas para a amamentação deve ser pensada ainda durante a gestação. “O único preparo que a gente orienta e que é o banho de sol em aréola e mamilo”, ressalta. Outros produtos, como pomadas e bucha vegetal não precisam ser utilizados preventivamente. 

Sempre manter a tranquilidade

Por último, é essencial que a mãe se sinta à vontade para amamentar e mantenha a calma e a confiança, ainda que alguns imprevistos aconteçam no começo. “A nossa ideia, como mãe, é que o bebê passou nove meses completos dentro da barriga, aí ele vai nascer e vai mamar. Só que isso, muitas vezes, não acontece”, relata Gheisa.  Os fatores emocionais são cruciais para que a produção de leite da mãe consiga atender a demanda do bebê. “Para amamentar é preciso dois hormônios:  prolactina, responsável pela produção do leite, e ocitocina, que faz a ejeção do leite para o bebê sugar. A ocitocina só age quando a mãe está calma”, esclarece. Logo, o ambiente para amamentar deve ser um local onde a mãe se sinta tranquila e confortável. Com estas dicas para amamentar, o processo tende a ser muito mais simples e natural. Sem a ocorrência de um desmame precoce, e o bebê pode usufruir de todos os benefícios do aleitamento materno! Gostou do artigo? Compartilhe conosco sua opinião nos comentários.

Que Cuidados é Preciso ter com o Bebê

UM BEBÊ DEITADO QUE CUIDADOS É PRECISO TER COM O bebÊ

Envolvendo ensinando o pai que cuidados é preciso ter com o bebê

Que cuidados é preciso ter o bebê!Seu marido, que ajudou você durante a gravidez, pode parecer perdido agora que o bebê está aqui. Cabe a você, mãe, entregar o bebê e deixar o pai descobrir as coisas, como você está fazendo.

Deixe ele estar. Muitos pais iniciantes hesitam em se envolver por medo de fazer algo errado e provocar a ira da mãe. “As mães precisam permitir que seus maridos cometam erros sem criticá-los”.

Peça ao pai que tire uma folga do trabalho – depois que todos os parentes forem embora. “Havia mais para eu fazer, e eu tive um tempo sozinho com meu filho.”

Dividir tarefas. O pai tem que assumir a limpeza e as compras de supermercado para que a mamãe tivesse um tempo para si mesma.”

Lembre-se de que papai também quer fazer algumas coisas divertidas. “brincar com o bebê no peito enquanto dorme. “Adorei o ritmo de nossos corações batendo juntos.”

Que cuidados é preciso ter com o bebê

Não importa o quanto você esteja animado para ser mãe, o cuidado constante que uma criança exige pode drená-lo. Encontre maneiras de cuidar de si mesmo, diminuindo suas expectativas e roubando pequenos intervalos.

Primeiro, ignore conselhos indesejados ou confusos. “No final, vocês são os pais, então decidem o que é melhor.

Esqueça as tarefas domésticas nos primeiros dois meses”.Concentre-se em conhecer seu bebê. Se alguém tiver algo a dizer sobre a poeira acumulada ou a louça não lavada, sorria e entregue a ela um espanador ou detergente!”

Aceite a ajuda de quem é bom – ou ingênuo – o suficiente para oferecer. “Se um vizinho quiser segurar o bebê enquanto você toma banho, diga sim!

Tem muitas pessoas que querem ajudar, mas não sabem como? “Não tenha medo de dizer às pessoas exatamente o que você precisa”. É uma das poucas vezes em sua vida em que você pode pedir a todos!

Mas não dê a outras pessoas os pequenos trabalhos. “Trocar uma fralda leva dois minutos. Você precisará de outras pessoas para fazer um trabalho demorado, como cozinhar, varrer o chão e comprar fraldas”.

Reconecte. Para não se sentir desapegado do mundo. “Saia sozinha, mesmo por cinco minutos”.

Fora de casa com o bebê

Recrute backup. Faça sua primeira jornada a um lugar grande e público com uma mãe veterana. “Ter minha irmã comigo como apoio impediu-me de ficar perturbado na primeira vez que fui fazer compras com meu recém-nascido”.

Se você está por sua conta, “atenha-se a lugares que provavelmente receberão um bebê, como a hora da história em uma biblioteca ou livraria”.

“Mantenha sua bolsa de fraldas embalada”  Não há nada pior do que finalmente arrumar o bebê, apenas para descobrir que você não é.

Guarde um sobressalente. Sempre mantém uma muda de roupa de adulto em sua bolsa de fraldas. “Você não quer ficar preso andando com um bebê adorável, mas cocô de cor mostarda por todo o lado.”

Finalmente, abrace o caos. “ Mantenha seus planos simples e esteja preparado para abandoná-los a qualquer momento”.

Se nada mais, lembre-se de que todo mundo passa, e você também. Em breve, você será recompensado com o primeiro sorriso do seu bebê, e isso ajudará a compensar toda a loucura inicial.

Como cuidar do bebê!Veja 15 dicas Agora!

dicas para cuidar do bebê

15 dicas para cuidar do seu bebê são orientação para os pais sobre alimentação, calmante e muito mais durante os primeiros dias do bebê em casa.

Amamentação é essencial para cuidar do seu bebê!

Faz seis semanas desde que nossa filha Clementine nasceu. Ela finalmente está dormindo melhor e passa mais tempo entre as mamadas. Ela também está se tornando mais alerta quando acordada. Por outro lado, meu marido e eu sentimos que fomos atropelados por um caminhão. Estou surpreso que tenhamos confundido. Aqui estão algumas dicas de pais experientes e especialistas em bebês para facilitar seu primeiro mês.

Dicas para Enfermagem para cuidar do seu bebê!

Os bebês comem e comem e comem. Embora a natureza tenha feito um bom trabalho em fornecer a você e a seu bebê o equipamento certo, no início é quase garantido que será mais difícil do que o esperado. De mamilos doloridos a engates difíceis, a enfermagem pode parecer avassaladora.

1. As mulheres que procuram ajuda têm uma maior taxa de sucesso. “Pense em maneiras de garantir o sucesso antes mesmo de dar à luz”, sugere Stacey Brosnan, consultora de lactação na cidade de Nova York. Converse com amigos que tiveram uma boa experiência de enfermagem, peça ao pediatra do bebê o número de um consultor em lactação ou participe de uma reunião da Liga La Leche (grupo de apoio de enfermagem) (consulte laleche.org para encontrar uma).

2. Use os recursos do hospital. Kira Sexton, mãe de Brooklyn, Nova York, diz: “Aprendi tudo o que pude sobre amamentar antes de sair do hospital”. Pergunte se há uma aula de enfermagem ou um consultor de lactação na equipe. Aperte o botão de chamada de enfermagem sempre que estiver pronto para alimentar o bebê e peça a uma enfermeira para identificá-lo e oferecer conselhos.

3. Prepare. Em casa, você vai querer largar tudo para alimentar o bebê no momento em que ele chora por você. Mas Heather O’Donnell, mãe na cidade de Nova York, sugere se cuidar primeiro. “Pegue um copo de água e um livro ou revista para ler.” E, como a amamentação pode demorar um pouco, ela diz: “faça xixi primeiro!”

4. Tente uma compressa quente se seus seios estiverem ingurgitados ou você tiver obstruído os dutos. Uma almofada de aquecimento ou uma toalha quente e úmida funciona, mas uma almofada de linho (geralmente vendida com produtos de beleza naturais) é ainda melhor. “Aqueça no microondas e conecte-o ao peito”, diz Laura Kriska, mãe no Brooklyn, Nova York.

5. O calor ajuda o fluxo de leite, mas se seus seios estiverem doloridos após a amamentação, tente uma bolsa de gelo. Amy Hooker, mãe de San Diego, diz: “Um saco de ervilhas congeladas funcionou muito bem para mim”.

6. Se você quiser que o bebê leve uma mamadeira, introduza-a depois que a amamentação for estabelecida, mas antes da marca de três meses. Muitos especialistas dizem que 6 a 8 semanas são boas, mas “começamos cada um de nossos filhos com uma mamadeira por dia às 3 semanas”, diz Jill Sizemore, mãe de Pendleton, Indiana.

Adormecido

Se seu bebê não está comendo, ele provavelmente está dormindo. Os recém-nascidos registram até 16 horas de sono por dia, mas apenas em pequenas explosões. O resultado: você se sentirá em alerta constante e mais exausto do que jamais imaginou ser possível. Até os melhores de nós podem ressentir-se da grave privação do sono .

7. Pare de ficar obcecado por estar cansado. Há apenas um objetivo agora: cuidar do seu bebê. “Você não vai dormir uma noite inteira, então pode ficar cansado e com raiva ou apenas cansado”, diz Vicki Lansky, autor de Como seu filho dorme … e de volta ao sono (Peddlers de livros). “Apenas cansado é mais fácil.”

8. Faça turnos. Uma noite é a vez da mamãe balançar o bebê irritadiço, a próxima é a vez do papai. Amy Reichardt e seu marido, Richard, pais de Denver, desenvolveram um sistema para os fins de semana, quando Richard estava fora do trabalho. “Eu ficaria acordado com o bebê à noite, mas consegui dormir. Richard cuidava de toda a manhã e depois tirava uma soneca depois.”

9. O velho ditado “Durma quando o bebê dorme” é realmente o melhor conselho. “Tire uma soneca e vá dormir cedo”, diz Sarah Clark, mãe em Washington, DC

10. E se o seu bebê tiver problemas para dormir? Faça o que for necessário: amamente ou balance o bebê para dormir; deixe seu recém-nascido adormecer em seu peito ou na cadeirinha. “Não se preocupe com maus hábitos ainda. É sobre sobrevivência – a sua!” diz Jean Farnham, uma mãe de Los Angeles.

Calmante aprenda a cuidar do bebê!

Muitas vezes, é difícil decifrar exatamente

o que o bebê quer nas primeiras semanas sombrias. Você aprenderá, é claro, por tentativa e erro.

11. “A chave para acalmar bebês agitados é imitar o útero. Swaddling, shushing e swing, além de permitir que os bebês sugem e os mantenham de lado, podem desencadear um reflexo calmante”, diz Harvey Karp, MD, criador de O bebê mais feliz do bloco Livros, vídeos e DVDs.

12. Toque músicas. Esqueça a teoria duvidosa de que a música torna o bebê mais inteligente e concentre-se no fato de que provavelmente o acalmará. “As fitas Baby Einstein nos salvaram”, diz Kim Rich, mãe em Anchorage, no Alasca.

13. Aquecer as coisas. Alexandra Komisaruk, mãe de Los Angeles, descobriu que as trocas de fraldas provocaram um colapso. “Fiz lenços quentes usando toalhas de papel e uma garrafa térmica de água morna”, diz ela. Você também pode comprar um aquecedor de toalhas elétrico para um bebê sensível.

14. Você precisará de outros truques também. “Fazer flexões e joelhos profundos nos joelhos enquanto segura minha filha a acalmava”, diz Emily Earle, uma mãe no Brooklyn, Nova York. “E a vantagem foi que eu recuperei minhas pernas!”

15. Mergulhe para acalmar. Se tudo mais falhar – e a ponta do cordão umbilical do bebê cair – tente um banho quente juntos. “Você também relaxará, e uma mãe relaxada pode acalmar um bebê”, 

Cuidados para os recém-nascidos!Descubra 18 Dicas!

bebê dormindo com cuidados com o rém -nascido

Os cuidados para recém-nascidos começa no nascimento de um filho emociona, mas também preocupa. Como cuidar direito desse ser tão pequeno e delicado? Bom, ao redor dos pais não faltam pessoas para responder a essa pergunta. “Os pais ficam vulneráveis a palpites que podem não fazer bem nem para o bebê nem para a mãe, por isso o ideal é consultar o pediatra o mais cedo possível”,  destaca Debora Passos, neonatologista do Hospital e Maternidade Pro Matre, em São Paulo.

Para dar uma forcinha, conversamos com especialistas e separamos dicas de cuidados que não podem faltar para o mais novo membro da família. Confira!

1) Ainda na maternidade vai aprender os cuidados para os recém-nascidos

Além do famoso teste do pezinho, o bebê faz também os testes do olhinho, coraçãozinho e linguinha para checar se há doenças congênitas, síndromes ou alguma outra ameaça à saúde. Eles também são vacinados ainda no hospital contra a hepatite B e tomam a BCG, que protege da tuberculose.

2) Estimular a amamentação tenha cuidados para recém-nascidos

A primeira visita ao seio materno deve ocorrer de preferência na sala de parto. Mesmo que o bebê não sugue nesse momento, o importante é estimular o contato pele a pele, pois ele torna mais fácil a amamentação. Depois o filho sai da sala para tomar as vacinas e fazer os testes iniciais. Embora algumas maternidades ofereçam fórmulas lácteas durante esse período, o bebê geralmente tem uma reserva de nutrientes que suporta algumas horas até a próxima mamada.

3) Em casa, circulação restrita

Os médicos desencorajam visitas no primeiro mês de vida, mas caso queira receber alguém, certifique-se de que a pessoa esteja saudável e de que as visitas sejam curtas, em torno de 15 minutos. Todos tem que lavar as mãos imediatamente antes de tocar no bebê. A mesma regra vale para os pais.

4) Um lar silencioso

O filho acaba de sair de um ambiente de pura paz, o útero materno. Por isso, a casa deve ser igualmente tranquila e silenciosa nos primeiros dias de vida. Especialmente durante a amamentação e na hora de dormir.

5) O banho

Ainda na maternidade, a enfermeira fará um banho demonstrativo no quarto. Depois, é só reproduzir em casa, seguindo alguns passos. Primeiro, deixe tudo que precisará por perto – a saber, sabonete líquido de glicerina hipoalergênico, que servirá para corpo e cabeça, toalha, algodão, fralda e roupa. A água da banheira deve estar em 36 graus, quentinha mas confortável. Os especialistas recomendam que bem nesse início da vida, o corpo do bebê seja enrolado numa toalha para a cabeça ser lavada primeiro. Depois, seque a cabeça e aí lave o corpo, gentilmente.

6) Trocando a fralda

Não é preciso trocar toda vez que o recém-nascido faz xixi, mas o período é de consumo intenso de fraldas, porque eles farão cocô cerca de oito vezes por dia. Na hora de fazer a troca, evite lenços umedecidos, que contém químicos que podem irritar a pele do bebê. Prefira algodão e água morna. Meninos e meninas devem ser sempre limpos da frente para trás, e no caso deles o prepúcio não deve ser forçado para baixo. A limpeza é sempre suave.

7) O que fazer com o coto umbilical

Geralmente o resquício do cordão umbilical cai até o 15º dia de vida. Até lá, é preciso higienizar bem a base dele, mais próxima da pele, com álcool 70% a cada troca de fraldas. É normal sair um pouco de sangue.

8) As primeiras idas ao pediatra

Ocorre na primeira semana após a alta hospitalar, para avaliar a amamentação e a saúde do bebê. Nesse encontro o médico estabelece o ritmo das próximas visitas, que geralmente ocorrem no 15º dia, no primeiro mês e, depois, mensalmente.

9) Evite passeios no primeiro mês e tenha noção dos cuidados para os recém-nascidos

Com exceção do pediatra, o bebê não deve ir para a rua no começo da vida. Além do excesso do contato com excesso de pessoas oferecer risco direto à saúde do bebê, ambientes movimentados, com barulhos e cheiros fortes podem estressar o pequeno. Mas idas breves à casa dos avós ou outro local tranquilo estão liberadas.

10) Limpar o nariz antes da mamada

E não só quando ele escorrer ou aparentar estar entupido. Antes da amamentação, as narinas devem ser higienizadas com soros fisiológicos em spray específicos para bebês, pois eles têm o jato mais suave.

11) Como limpar a orelha e os olhos fazem parte dos cuidados para os recém-nascidos

O ouvido não deve ser limpo, basta passar depois do banho a própria toalha ou um cotonete de maneira  bem delicada na parte externa da orelha, que depois precisa ser bem secada. Já os olhos devem ser limpos durante o banho com algodão e água. Algumas crianças, entretanto, lacrimejam mais e, nesse caso, o olhinho pode ser limpo em outros momentos.

12) Não limpe a boca

Os lábios, é claro, podem ser higienizados depois da mamada, mas não há necessidade de lavar o interior da boca, mesmo que haja uma camada de resquícios de leite na língua do bebê.

13) A posição no colo

Como nessa fase é muito comum ter refluxo, a cabeça deve estar sempre mais elevada do que o resto do corpo. O pequeno ainda não tem força para sustentar a cabeça, por isso os pais devem sempre segurá-la com as mãos. Algumas posições também ajudam a aliviar as cólicas.

14) A icterícia normal e a que preocupa

Grande parte das crianças tem o problema, que deixa a pele amarelada e atinge seu pico por volta do 7º dia de vida. Depois disso, a cor volta aos poucos ao normal. Mas se o amarelo for muito intenso, é melhor checar com o pediatra se está tudo bem.

15) Os banhos de sol faz parte dos cuidados para os recém-nascidos

Eles devem sim ocorrer, mas só depois da primeira consulta com o pediatra. E são breves, no máximo 15 minutos por dia, só nas pernas do bebê pois sua pele é muito delicada, fora do período de maior incidências dos raios ultravioleta, que ocorre entre 10h e 16h ou 17h em épocas mais quentes. Mesmo a claridade natural indireta já ajuda.

16) Como aliviar as cólicas

A partir da terceira semana as cólicas intestinais começam a dar as caras. É normal, mas o bebê chorará com o incômodo. É possível aliviar a dor com massagens ensinadas pelo pediatra, que também prescreve medicamentos se necessário. Compressas mornas, nunca diretamente sobre a pele do bebê, também ajudam.

17) Evite a chupeta é bom ter cuidados para os recém-nascidos

Antes dos 15 primeiros dia a chupeta está proibida, pois atrapalha a amamentação. Mas mesmo depois disso ela pode causar o desmame precoce e outros problemas para o bebê, segundo uma publicação recente da Sociedade Brasileira de Pediatria.

18) Não é só o bebê que precisa de cuidados

Esse é um período muito tenso para os pais, especialmente para a mãe, que amamenta e muitas vezes fica sobrecarregada com a demanda constante do filho. O pai precisa participar ativamente e a família toda dar suporte para que tudo corra tranquilamente, como o sono de um bebê.